1 em cada 3 casos de demência pode ser evitado, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

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     Bomba da Neurociência 💣💣💣🔥🔥🔥>>> 1 em cada 3 casos de demência pode ser evitado, mostra novo estudo, descubra como aqui >>> 😱💀🙇🏻‍♀️🙇🏻 Você já ouviu a expressão simular demência?! Mas o que é demência?!! 🤔 O perfil fãs da vozinha 👵🏽👦🏻no face já tem quase um milhão de curtidas e mostra o dia a dia de uma vozinha e seu neto. A vozinha tem um tipo de demência que é uma doença neurológica com alterações de memória, raciocínio, concentração, aprendizado e com o tempo deixa a pessoa dependente. O Alzheimer é o tipo mais famoso de demência.
A boa notícia é que um terço dos casos de demência pode ser prevenido. Estudar desde a juventude, aumentar o contato social, exercitar-se, parar de fumar, tratar a hipertensão, depressão, diabetes e perda de audição e prevenir a obesidade. Se você fizer tudo isso a chance de ter demência diminui 35% muito mais do que usar os medicamentos atuais.
Esse estudo foi publicado dia 19 na revista Lancet, a mais lida e respeitada do mundo. Se o númer o de casos de demência continuar aumentando em 2050 teremos 115 milhões de pessoas com demência📆 📈 Então, vamos espalhar essa informação para prevenir a demência.

Para saber mais:

Gill Livingston, Andrew Sommerlad, Vasiliki Orgeta, Sergi G Costafreda, Jonathan Huntley, David Ames, Clive Ballard, Sube Banerjee, Alistair Burns, Jiska Cohen-Mansfield, Claudia Cooper, Nick Fox, Laura N Gitlin, Robert Howard, Helen C Kales, Eric B Larson, Karen Ritchie, Kenneth Rockwood, Elizabeth L Sampson, Quincy Samus, Lon S Schneider, Geir Selbæk, Linda Teri, Naaheed Mukadam. Dementia prevention, intervention, and care. The Lancet Commissions

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Esporte desenvolve o cérebro melhorando a memória, foco e atenção

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Por Laiali Chaar

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Fonte da imagem: 📷: Neurônios do córtex. L. Ganion 

        Esporte desenvolve o cérebro e melhora memória, foco e atenção no dia-a-dia 💪🏼❤️>>> Um estudo descobriu que atletas que competem em longas distâncias como corrida, ciclismo e natação desenvolvem conexões cerebrais diferentes de pessoas sedentárias 🚵🏻‍♀️🏊🏻🏃🏿.

          A música melhora o desempenho de atletas. Saiba mais clicando aqui.

       Essas conexões mais desenvolvidas aparecem no córtex frontal, parietal e occipital que são áreas de raciocínio complexo, memória, capacidade de realizar várias tarefas ao mesmo tempo, tomada de decisão e processamento de informações do ambiente.
Quanto mais treinado o atleta e com melhor capacidade cardiorrespiratória mais conexões existem nessas áreas. Os atletas ficam com essas áreas mais ativas não só durante o treino e competições mas também nas tarefas do dia-a dia fora do esporte. Os resultados sugerem que quem pratica esporte com frequência tem mais foco, planejamento e atenção.
Mas o que isso significa para nós que não somos o Usain Bolt nem o Michael Phelps? Que quanto mais você fizer exercícios cardiorrespiratórios longos, como correr, pedalar e nadar mais terá benefícios como mais foco no trabalho e nos estudos. Então, aproveite o domingão e vá correr, nadar ou pedalar. Estou indo correr no parque neurolovers e vocês? 🏃🏻‍♀️💜.

#fisioterapiadesportiva #neurofuncional #neuronios #sinapse #tecnologia #vocesabia #neuro #neurociencia #neuroscience #neurociência #neuropediatria #fisioterapia #neuroplasticidade #neuroanatomia #neurofisiologia #fisiocomevidencia #fisioterapianeurofuncional #tudosobrecontrole #fonoaudiologia #neurocirurgia #neuropsicologia #psicologia #saude #popneuro #mente #terapiaocupacional #ciencia #neurolovers #neurologia #estudaqueavidamuda

Para saber mais:

Raichlen DA, Bharadwaj PK, Fitzhugh MC, Haws KA, Torre GA, Trouard TP, Alexander GE. Differences in Resting State Functional Connectivity between Young Adult Endurance Athletes and Healthy Controls. Front Hum Neurosci., v. 29 p.10:610, 2016.

 

Tomar café pode retardar os sintomas do Alzheimer

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Por Laiali Chaar

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Fonte da imagem: Cristais de cafeína no microscópio Annie Cavanagh e David McCarthy. Prêmio Welcome Images 2012.

Atendendo a pedidos dos cafélovers ☕️🙋🏻>>> O que o café faz no nosso cérebro? 🙇🏻‍♀️🙇🏻 Se você bebeu umas cinco xícaras de café hoje antes do meio-dia só para ficar acordado, talvez queira ler isso.

O café é uma das bebidas mais consumidas do mundo.
Nossas células produzem uma molécula chamada adenosina. Esta molécula é uma das culpadas por sentirmos cansaço. Quando você toma café a cafeína chega ao seu cérebro. E a estrutura da cafeína é muito parecida com a da adenosina. Então a cafeína ocupa o lugar dos receptores da adenosina. Resultado a cafeína bloqueia a adenosina. E você fica acordadão. O problema é que o corpo em resposta produz mais receptores de adenosina.

Por isso, quanto mais café você toma, mais café você precisa para sentir o efeito. Esse processo pode causar dependência e sintomas de abstinência: fadiga, irritabilidade e dores de cabeça se você tentar reduzir o consumo.Café pode então ser viciante. E é por isso que os monges do Tibet não tomam café.

Um estudo português, descobriu que o consumo de café pode retardar os sintomas do Alzheimer. Outras pesquisas já provaram que beber café também diminui os riscos de doenças como depressão em mulheres diabetes tipo 2, Parkinson e melhora a memória de adultos.

Adultos entre 18 e 21 anos tem mais benefícios tomando uma xícara às 9h30 da manhã e os mais velhos às 14h.

O corpo humano produz um hormônio chamado cortisol, que promove a sensação de estar acordado. O cortisol é liberado de acordo com o horário do dia e atinge seu nível máximo quando acordamos. Então, tomar café logo após acordar é um desperdício de cafeína. O ideal é esperar algum tempo. Se você se levanta às 8h, tome café a partir das 9h30. No período da tarde, o ideal é tomar uma xícara entre 13h30 e 17h, quando o cortisol diminui.

Um estudo da Science mostrou que abelhas 🐝🐝também amam café porque a cafeína lembra o aroma de algumas flores 🌺 . E a cafeína também pode melhorar a memória delas. Então, se você não tiver nenhuma contraindicação e já que não somos monges, vamos beber café ☕️.

Para saber mais:

Maia L, de Mendonça A. Does caffeine intake protect from Alzheimer’s disease? Eur J Neurol. v. 9(4), p. 377-82, 2002

Huxley R, Lee CM, Barzi F, Timmermeister L, Czernichow S, Perkovic V, Grobbee DE, Batty D, Woodward M. Coffee, decaffeinated coffee, and tea consumption in relation to incident type 2 diabetes mellitus: a systematic review with meta-analysis.  Arch Intern Med. v. 14;169(22):2053-63, 2009.

Ross GW, Abbott RD, Petrovitch H, Morens DM, Grandinetti A, Tung KH, Tanner CM, Masaki KH, Blanchette PL, Curb JD, Popper JS, White LR.Association of coffee and caffeine intake with the risk of Parkinson disease.  JAMA. v. 24-31; p. 283(20):2674-9, 2000.

Lucas M, Mirzaei F, Pan A, Okereke OI, Willett WC, O’Reilly ÉJ, Koenen K, Ascherio A. Coffee, caffeine, and risk of depression among women.Arch Intern Med. v. 26, p.171(17):1571-8, 2011.

Wright GA, Baker DD, Palmer MJ, Stabler D, Mustard JA, Power EF, Borland AM, Stevenson PC. Caffeine in floral nectar enhances a pollinator’s memory of reward. Science. v. 8;339(6124), p. 1202-4, 2013.

Manual de Disordens Mentais (DSM-5). Associação Americana de Psiquiatria, 2013.

Inspiração afeta memória e respostas ao medo

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Por Laiali Chaar

Mande essa reportagem para aquele (a) seu (sua) amigo(a) que está com amnésia ultimamente >>>>

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Foto: neurônios do hipocampo, área responsável pela memória, fonte @societyforneuroscience

      Quem nunca ouviu falar em situações de medo: Respira fundo e vai! Pois é, sua avó tinha razão, um artigo publicado por neurocientistas americanos no Journal of Neuroscience comprovou que a inspiração, ou seja encher o pulmão de ar,  nos ajuda a agir em situações de medo e ajuda a memória. Mas isso só acontece que inspirarmos pelo nariz e não pela boca.

Quer entender melhor o que é o medo e por que ele provoca tantas reações no nosso corpo? Leia clicando aqui.

     Tudo começou quando esses neurocientistas perceberam por acaso em pacientes epiléticos, com eletrodos no cérebro uma semana antes de realizar uma neurocirurgia, que a atividade cerebral mudava nas áreas responsáveis pelo processamento do olfato, emoções e memória.

    Esse artigo mostrou pela primeira vez que a inspiração não capta apenas oxigênio. Ela também provoca atividade elétrica em neurônios de áreas ligadas ao comportamento como o córtex olfatório, a amígdala, área cerebral ligada às emoções em especial aquelas ligadas ao medo e o hipocampo, principal área responsável pela memória. Todas essas áreas fazem parte do sistema límbico que controla comportamentos emocionais e sexuais, aprendizagem, memória, motivação e respostas da mente ao ambiente.

     E isso pode ser treinado com meditação e yoga por exemplo. Mas isso é assunto para outro post. Então, se esquecer algo na prova ou se estiver com medo de alguma situação encha seu pulmão de ar e vai. E em situações estressantes respire fundo antes de responder qualquer coisa.

Para saber mais veja o vídeo do experimento e leia o artigo original:

Zelano C, Jiang H, Zhou G, Arora N, Schuele S, Rosenow J, Gottfried JA. Nasal Respiration Entrains Human Limbic Oscillations and Modulates Cognitive Function. J Neurosci., v. 7, 36(49), p.12448-12467, 2016.

 

Descoberta uma maneira de recuperar memórias perdidas

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Por Laiali Chaar

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Fonte da imagem: neurônios piramidais do hipocampo, uma área cerebral responsável pela memória. Jonathan Clarke.

      Neurocientistas da Universidade de Wisconsin-Madison publicaram na revista Science um meio de recuperar memórias esquecidas. Aplicando um campo de ondas eletromagnéticas pela técnica de estimulação magnética transcraniana, em partes específicas do cérebro, os participantes do estudo recuperaram memórias de curto prazo perdidas como uma palavra falada ou detalhes do rosto de uma pessoa vistos minutos antes😱😱😱. Se os próximos testes funcionarem, sem efeitos colaterais, esse poderá ser no futuro um tratamento para pessoas com Alzheimer e problemas de memória que afetam muitas pessoas.


Neurônios têm várias funções que já comentamos aqui: saciedade, sentidos, sentimentos, realização de movimentos e também armazenam nossas memórias. As memórias podem ser de curto ou longo prazo. As memórias de curto prazo são aquelas que guardamos por um curto tempo por que não iremos mais usá-las, como quando alguém lhe pede pra decorar os 4 primeiros números de um telefone ou quando você decora aquela matéria minutos antes da prova. A memória de longo prazo recebe as memórias de curto prazo e as armazena por tempo ilimitado porque serão utilizadas no futuro como suas histórias da adolescência no colégio ou a matéria de Neuro que você está vendo na faculdade 😍😍. E para armazenar memória de longo prazo o sono é muito importante como já vimos aqui na Neurociência dos estudos.


Vamos torcer para que essa nova tecnologia, quem sabe, seja acessível, aumente a qualidade de vida das pessoas e ajude a controlar nossa atenção e escolher sobre o que pessoas com alterações na saúde mental que têm pensamentos destrutivos repetitivos, por exemplo sobre suicídio, controlem sobre o que querem pensar.

 

Para saber mais: 

A Neurociência das provas

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Por Laiali Chaar

Geissler et al 2013.jpgFonte da Imagem: Geissler et al., 2013, neurônio do hipocampo, principal área do cérebro responsável pela memória.

         O post de hoje é em homenagem aos meus alunos que irão prestar ENADE amanhã. Desejo toda a sorte do mundo para vocês 🍀🍀💚! Vocês são muito especiais para mim!Você tem uma hora sobrando antes da prova do ENADE… O que você faz? Revisa para decorar algo ou tira um cochilo?

       Um estudo apresentado na terça feira no Congresso Mundial de Neurociência em San Diego sugere que tirar um cochilo de uma hora antes da prova é tão eficaz quanto uma revisão. Isso acontece porque o cochilo reativa a memória daquilo que você já estudou. Só tome cuidado para não perder a hora 😊. Um estudo feito na Universidade de Los Angeles com 500 pessoas mostrou que decorar na última hora não é bom porque te deixa estressado.

     Ouvir uma música que você goste 15 minutos antes da prova também melhora seu raciocínio. Isso é conhecido como o “efeito Mozart” ou “efeito Blur” 🎻

      Outra neurodica é caminhar. Uma pesquisa feita na Universidade de Illinois mostrou que caminhar 20 minutos antes da prova aumenta a nota. Isso acontece porque a caminhada aumenta a circulação e a chega de nutrientes nos neurônios nas mesmas áreas do raciocínio lógico.

         Tire um cochilo de uma hora, ouça Mozart e depois caminhe 20 minutos. E o que mais? Não existem receitas do que fazer no dia anterior da prova que servem para todos. Somos muito diferentes, mas algumas dicas são comprovadas pela Neurociência:

– Faça uma boa refeição hoje para se sentir mais feliz. Lasanha, macarronada, rodízio e outros carboidratos são boa opção para hoje, mas não para amanhã porque são pesados e causam sono;

– Fique com seus familiares, amigos e pessoas agradáveis, isso vai te deixar mais feliz e confiante;

– Evite álcool e não tome remédios para dormir. Eles diminuem a concentração e alteram o sono. Você dorme, mas não descansa;

– Dormir bem é fundamental para guardar as memórias. Então, durma em um ambiente silencioso, escuro sem TV ou celular brilhando e pelo tempo suficiente para descansar;

– Pense hoje o que irá fazer se não souber uma questão? Pular? Refletir sobre isso te ajuda a não ser surpreendido e diminui a ansiedade;

– Não tome café, guaraná ou energéticos. Eles te deixarão ansioso e menos concentrado. Se sentir sono amanhã tome banho ou faça uma caminhada; – Antes da prova, mesmo sem fome por causa do nervosismo, coma algo. Nutrientes são importantes para o raciocínio;

– Antes da prova coma alimentos leves com pouca gordura e ricos em proteínas como: ovos, nozes, iogurte, etc;

= Controle as emoções. A ansiedade diminui a memória, concentração e a capacidade de interpretação. Confie no seu taco, pense que se a prova está difícil, está difícil para todos e que irá fazer seu melhor;

– Responda primeiro as questões fáceis;

– Beba bastante água antes e durante a prova. A desidratação afeta a concentração;

– Vocês são guerreiros, passaram por tanta coisa, histórias lindas de vida, venceram tudo e chegaram até aqui. Lembrem hoje de todas as dificuldades que enfrentaram com coragem. Tenho certeza que amanhã no ENADE isso só irá se confirmar mais uma vez. Boa prova! Amo vocês!

Para saber mais:

Geissler M, Gottschling C, Aguado A, Rauch U, Wetzel CH, Hatt H, Faissner A. Primary hippocampal neurons, which lack four crucial extracellular matrix molecules, display abnormalities of synaptic structure and function and severe deficits in perineuronal net formation. J Neurosci, 1;33(18):7742-55, 2013.

Hennies N, Lambon Ralph MA, Kempkes M, Cousins JN, Lewis PA. Sleep Spindle Density Predicts the Effect of Prior Knowledge on Memory Consolidation. J Neurosci., 30;36(13):3799-810, 2016

Hillman CH, Pontifex MB, Raine LB, Castelli DM, Hall EE, Kramer AF.The effect of acute treadmill walking on cognitive control and academic achievement in preadolescent children. Neuroscience, 31;159(3):1044-54, 2009.

Leonid Perlovsky. Cognitive Function of Music and Meaning-Making. Journal of Biomusical Engineering. 2016

A Neurociência do Halloween

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Por Laiali Chaar

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      Um estudo publicado domingo por neurocientistas da Universidade de Michigan mostrou que um filme ou uma série de terror pode deixar algumas pessoas se sentindo assustadas e ansiosas até 13 anos depois causando problemas para comer, dormir, náuseas, aumento dos batimentos cardíacos e medo de morrer. Lembra do boneco Chucky?!! Aposto que lembra….

         Mas não são só filmes de terror que causam medo. Um revólver na cabeça, a sala cheia de pessoas esperando a apresentação do seu trabalho, a porta batendo por causa do vento, barulhos estranhos dentro de casa, pessoas desconhecidas nos seguindo, animais bravos, uma barata voadora, um palhaço, o seu celular caindo no chão são motivo. O cérebro é acionado automaticamente. E ninguém tem controle sobre isso. Quem nunca?!!

          O medo é uma reação involuntária causada por algum estímulo estressante. O cérebro libera neurotransmissores que disparam o coração, as mãos suam, a respiração acelera, os músculos se contraem e perdemos o sono. Tudo isso é conhecido como reação de luta ou fuga. Esses estímulos são enviados para o tálamo que não sabe se os sinais são perigosos ou não, mas, manda a informação para a amígdala cerebral. Ela recebe os impulsos neurais e age para proteger você, dizendo ao hipotálamo que inicie a reação de luta ou fuga. Tudo é enviado para o hipocampo, que armazena nossas memórias e cria perguntas como: “Eu já ouvi esse barulho antes? O que aconteceu depois? Existem outras coisas acontecendo que dão pistas se é um ladrão ou vento?”. Todos os dados são analisados para descobrirmos o que pode ser.

            Mas sentir medo é algo bom, porque está associado ao instinto de sobrevivência. Se não o sentíssemos, não sobreviveríamos por muito tempo porque atravessaríamos uma rodovia por exemplo. Sinta medo, mas não deixe que teu medo te paralise. Feliz Halloween, meus amores!

Para saber mais:

Francis T. McAndrew, Sara S. Koehnk. On the nature of creepiness. New Ideas in Psychology, v. 43, p. 10–15, 2016.

Jared Wadley. Universidade de Michigan. Long Term Fright Reaction Extends Beyond Scary Movies and TV Shows. 28 de outubro de 2016.

Cheetham M, Suter P, Jäncke L.The human likeness dimension of the “uncanny valley hypothesis”: behavioral and functional MRI findings. Front Hum Neurosci., v. 5, p. 126, 2011.