O que você fala para o paciente pode piorar os sintomas dele, mostram estudos

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Por Laiali Chaar

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LEIA NESSE POST O QUE VOCÊ NÃO DEVE FALAR PARA O PACIENTE 😱 ➡️ ➡️ ➡️ 👀 🔥🔥🔥💣💣💣 Bomba da Neurociência
.

        Quem nunca leu ou ouviu sobre uma doença e já começou a sentir os sintomas?! 😰🤧🤢😷🤒🤕 Palavras mudam vidas. As palavras que você ouve ou usa podem melhorar ou piorar seus sintomas 😇😈

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      Por isso é importante todo profissional da saúde prestar atenção nelas. A comunicação é uma habilidade importante na vida pessoal e também na profissional 👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️😉😊 .

Mas não se preocupe se você tem dificuldades nisso. Essa habilidade pode ser treinada. Você pode começar usando as palavras recomendadas da tabela ♥️💀🙇🏻🙇🏻‍♀️

Leia também: Neurociência mostra como empatia muda relações na sala de aula e na sociedade

Se você é ou já foi paciente repare se já usaram essas palavras com você 🤔😰 .

           Um artigo na última segunda feira no Journal of Orthopaedic and Sport Physical Therapy fala disso e publicou essa tabela interessante resumindo os artigos e sugerindo palavras melhores. Isso acontece em indivíduos com alterações ortopédicas, neurológicas e outras ♥️🔎📚 .

          Quando você ouve palavras que te preocupam sobre sua dor ou condição, sua mente acreditará e prestará atenção nisso e você sentirá sintomas piores. Nossa mente gosta de focar no negativo porque pode indicar um risco à nossa sobrevivência. .

Esse efeito negativo das palavras é comprovado pela Neurociência e tem até um nome: Efeito Nocebo 😱😳😵😔 .

Minha avó já dizia filha, a palavra tem poder. Ela também era neurolover. Porque isso serve para dores também 👵🏼♥️ .

Então, a lição de casa dessa semana é prestar atenção no que fala e como fala para as pessoas, neurolover ♥️💀😌🙏🏻🙌🏼 .

 

🔎📚 Para ler o artigo original acesse:

STEWART, M.; LOFTUS, S. Sticks and Stones: The Impact of Language in Musculoskeletal Rehabilitation. Journal of Orthopaedic & Sports Physical Therapy, v. 48, n. 7, p. 519–522, 2018.

 

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Você sabia que o cérebro do Neymar funciona diferente do nosso?

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Por Laiali Chaar

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A Neurociência do Cérebro do Neymar 💙🙇🏻⚽️ 💚💛💚💛 Neymar também é neurolover e já participou de estudos de Neurociência para desvendar se há algo diferente em seu cérebro que o faz ser tão habilidoso. Não são apenas os músculos que distinguem um atleta de elite de um simples mortal. O cérebro deles também é diferente 😱🔥💣 Agora eu acredito no hexa com evidências científicas 💚💛💚💛

 

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Lesão de ligamento cruzado anterior do joelho pode provocar alterações à longo prazo no encéfalo

 

Esses estudos são importantes porque podem descobrir como estimular habilidades em alguém que deseje ser atleta 😍🥇🥈🥉⚽️

Entender os movimentos habilidosos do Neymar também pode ajudar a entender os efeitos da estimulação o movimento na reabilitação de pessoas com lesões neurológicas e ajudá-las a recuperarem seus movimentos 💚⚡️🐍💚

Logo depois da Copa do Mundo de 2014 neurocientistas japoneses fizeram ressonâncias no cérebro do Neymar, de outros jogadores de futebol e atletas profissionais durante movimentos difíceis dos pés que precisam de muito controle motor para serem feitos 💙🙇🏻👣⚽️

Eles descobriram que Neymar usa menos neurônios do córtex frontal, área M1 motora primária que controla os movimentos, para movimentar os pés 💙🙇🏻👣⚽️

Isso significa que ele joga no piloto automático e não precisa ativar tantos neurônios para fazer movimentos complexos quanto nós simples mortais. Ou seja, o cérebro dele quase não faz esforço para movimentos com os pés e economiza energia ⚡️💀⚡️

Estudos já mostraram que em atletas de elite as áreas cerebrais ativadas pela modalidade tem neuroplasticidade com maior número de neurônios e aumento da massa cinzenta onde estão os corpos celulares dos neurônios 😱💀♥️

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Acima estão as ressonâncias do cérebro visto de lado de Neymar e dos outros atletas estudados. As áreas pintadas em vermelho são as áreas de neurônios ativados durante os movimentos dos pés. A primeira foto com as setas é da ressonância do Neymar. É impressionante a diferença com outras pessoas. Vantagem da Neurociência o time do Brasil já tem 🇧🇷💚💛

Messi também já foi foco de uma pesquisa de Neurociência. Os neurocientistas descobriram por cálculos com equações que os atletas geniais percebem o tempo mais devagar que outras pessoas. E sugerem que talvez por isso fazem movimentos que são obras primas em dribles, jogadas e gols.

Isso pode ser genético ou pelo treinamento ou os dois 😍♥️💪🏼

Para ler os artigos originais acesse:
Naito, E.; Hirose, S. Efficient foot motor control by Neymar’s brain. Front Hum Neurosci, 2014.

Jafari, S.; Smith, L. S. Can Lionel Messi’s brain slow down time passing? The Journal of Biological and Medical Research, p. 462-463, 2016.

 

Neurociência mostra como empatia muda relações na sala de aula e na sociedade

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Por Laiali Chaar

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12 de Junho é o Dia Mundial da Empatia! Você sente empatia, neurolover? Clique aqui e descubra como trabalhar a empatia na matéria especial que escrevi para o Portal PorVir sobre a Neurociência da Empatia.

 

 

 

A fé melhora a performance de atletas, revelam estudos

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Por Laiali Chaar

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Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣 A fé move montanhas e vence jogos e corridas também 🙏🏻🙌🏼🙇🏻🙇🏻‍♀️ Se você conhece ou trata algum atleta conte isso a ele ou ela 💪🏼⛹🏽🚴🏻‍♀️🤸🏻‍♀️

Muitos acreditam que espiritualidade e ciência não podem ser unidas. Mas, a Neurociência já descobriu que a espiritualidade ajuda em vários aspectos das nossas vidas. Um deles é a performance esportiva.

➡️ Neurolover, se você assistir um jogo de futebol ou uma corrida com certeza verá os atletas fazendo rodas de oração, levantando a mão para o céu pedindo ou agradecendo a Deus antes, durante e depois e usando camisetas com frases religiosas. Marta, Kaka, David Luiz, Lewis Hamilton, Kobe Briant são exemplos.

➡️ De acordo com os estudos, rezar diminui a dor em atletas nas competições.

➡️ Quando rezamos, o nosso cérebro muda 😱. O neurocientista americano Andrew Newberg estuda isso há 20 anos 😍♥️💀

➡️ Rezar libera muitos neurotransmissores que produzem prazer e diminuem o estresse como dopamina e serotonina 😌♥️💀

➡️ O cérebro também sofre mudanças elétricas ao rezar ⚡️⚡️⚡️💀

➡️ Por isso, rezar relaxa rapidamente que chamamos de “ficar zen”

➡️ Rezar diminui a ativação cerebral durante o exercício de áreas que não estão envolvidas com a atividade. Isso melhora o foco. Um jogo ou uma corrida não é o momento para pensar em coisas complexas ou analisar crises da vida.

➡️ Foram estudados muçulmanos e evangélicos. E esses efeitos acontecem em várias religiões. Tanto faz recitar um mantra, um salmo da Bíblia ou pedir para o universo. Quando a pessoa acredita em algo, ele faz efeito, aumenta sua motivação e segurança no jogo ou corrida. São ativadas as mesmas áreas do cérebro em todos ☯️🕎✡️✝️☪️🕉☮️🔯

➡️ Quando uma pessoa começa a rezar o fluxo de sangue aumenta no córtex frontal. Depois de 10 a 50 minutos, a região fica quase silenciosa e produz ondas alfa ligadas ao relaxamento. A meditação ou mindfulness tem o mesmo efeito.

➡️ Sentindo menos dor, com mais foco, motivação e segurança, a performance esportiva melhora 🙏🏻🙌🏼💪🏼

Obrigada neurolover Márcio Sanches pela sugestão do tema 😊🙏🏻

🔎📚 Para ler os artigos originais acesse:
Newberg, A B. The neuroscientific study of spiritual practices. Front Psychol. v. 18, n. 5, p. 215, 2014.
Anastasi MW, Newberg AB. A preliminary study of the acute effects of religious ritual on anxiety. J Altern Complement Med. v. 14, n. 2, p. 163-5, 2018.

 

Newberg AB, Wintering NA, Yaden DB, Waldman MR, Reddin J, Alavi A. A case series study of the neurophysiological effects of altered states of mind during intense Islamic prayer. J Physiol Paris. v. 109, n. 4-6, p. 214-220, 2015.
Newberg A, Pourdehnad M, Alavi A, d’Aquili EG. Cerebral blood flow during meditative prayer: preliminary findings and methodological issues. Percept Mot Skills. v. 2, p. 625-3, 2003.

Descarga de peso nos membros inferiores produz novos neurônios, descobre novo estudo

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Por Laiali Chaar

Super Bomba da Neurociência 😱 🔥🔥🔥💣💣💣 Você colocou seu paciente em pé hoje, neurolover?! 💚⚡️🐍💚💪🏼 Agachamento neles! 🏋🏻‍♀️♥️

➡️ Esse artigo é importante por explicar porque pacientes com AVC, Alzheimer, Esclerose Múltipla, atrofia muscular espinhal e acamados ou astronautas tem uma piora do movimento tão rápida quando o membro inferior é imobilizado. E imobilizar a pessoa pode agravar sua lesão. O treino de marcha em crianças com lesões neurológicas também é importante 😍🙌🏼 ⠀
➡️ Esse é mais um benefício da descarga de peso e exercícios no membro inferior em pessoas com lesão neurológica mesmo que eles tenham pouca chance de voltar a andar 🚶🏻‍♀️🚶🏽😍♥️
⠀ ➡️ A descarga de peso no membro inferior ao ficar em pé, andar, correr, agachar e usar a perna para levantar os objetos é benéfica não só porque imobilizar faz perder massa muscular, mas também porque estimula os neurônios 💜🙇🏻‍♀️🙇🏻💙

➡️ Quando você movimenta o membro inferior, sinais são enviados ao cérebro para manter as células saudáveis e produzir novos neurônios. Isso é importante para acontecer a neuroplasticidade que torna capaz nos adaptar a novos desafios motores e após uma lesão ou doença neurológica ♥️🙇🏻🙇🏻‍♀️

➡️ Esse artigo foi publicado há 3 dias na revista Frontiers of Neuroscience por neurocientistas italianos 🇮🇹♥️💀

➡️ Foi feito em camundongos porque não existe tecnologia para visualizar novos neurônios em humanos vivos, apenas na autópsia após a morte 🐭♥️💀

➡️ A zona subventricular é o local do cérebro onde são produzidos novos neurônios a partir de células tronco que mantém a saúde das células nervosas e acontece em todas as idades do ser humano 👼🏼🙇🏻‍♀️🙇🏻♥️💀

➡️ Ratos que não movimentaram nem fizeram descarga de peso no membro inferior diminuíram 70% a produção de neurônios 😱💔

➡️ Além disso, os neurônios e oligodendrócitos, células que formam a bainha de mielina e mantém o equilíbrio dos neurônios, nos imobilizados não amadureceram 😱😔♥️

🔎📚 Para ler o artigo original:

Adami, et al., Reduction of Movement in Neurological Diseases: Effects on Neural Stem Cells Characteristics. Frontiers in Neuroscience, 2018 

 

Dormir com edredom melhora a ansiedade, estresse e insônia, mostram estudos

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Por Laiali Chaar

 

         A Neurociência do edredom>>> Você já ficou sem dormir por causa de ansiedade? 😴💤 Percebeu que isso afetou seu trabalho, estudos e provas? Quem dorme mal tem dificuldades para se concentrar e pode ficar estressado com a família, amigos e colegas 🙇🏻‍♀️🙇🏻🤤😤😡. E com o tempo pode ter problemas mais sérios como hipertensão e infarto.

            Diversos estudos de Neurociência mostraram que um edredom fofinho é poderoso para diminuir o estresse, ansiedade, angústia e insônia. Além disso, ele pode aliviar os sintomas de doenças que causam perda de sensibilidade na pele, depressão, agressividade, transtorno obsessivo compulsivo, estresse pós-traumático, transtorno bipolar, mania, abstinência de drogas, transtornos do espectro autista que não toleram o toque, Alzheimer, paralisia cerebral e até menopausa.

Isso porque ele estimula neurônios receptores de tato em seu corpo e aumenta a produção de serotonina no cérebro semelhante a uma massagem ou um abraço. A serotonina relaxa e melhora o humor e se transforma em melatonina, que estimula seu corpo a descansar.

Depois desses estudos, hospitais psiquiátricos, de trauma, geriátricos e pediátricos estão usando edredons para acalmar a ansiedade dos pacientes que sentem muita dor e promover um sono profundo e repousante.

Para ler os artigos originais:

Mullen, B.; Champagne,T.; Krishnamurty, S.; Dickson, D.; Gao., R. X. Exploring the Safety and Therapeutic Effects of Deep Pressure Stimulation Using a Weighted Blanket. Occupational Therapy in Mental Health, v. 24, p. 65-89, 2008.

Anderson J: Sensory intervention with the preterm infant in the neonatal intensive care unit. Am J Occupational Therapy 40: 1 9-26, 1986

Field TM, Schanberg SM, Scafidi F, Bauer CR, Vesa-Lahr N, Garcia R, Nystrom J, Kuhn CM. Tactile-kinesthetic stimulation effects on preterm neonates. Pediatrics 77:654-658, 1986

 

Prática intensa de exercício físico está associada à Esclerose Lateral Amiotrófica, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

 

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Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣♥️💀😰
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⚠️⚠️⚠️✋🏼 Atenção: Isso não significa que é indicado sermos sedentários. É o exercício extenuante que aumenta a chance de Esclerose Lateral Amiotrófica. Exercício físico de baixa à média intensidade continua tendo altas evidências e sendo indicado para prevenir e tratar doenças cardiovasculares, metabólicas e neurológicas e o de alta intensidade para o tratamento de Parkinson ♥️💪🏼

 

Leia também um outro estudo que descobriu que quem trabalha com formol como cabeleireiros e técnicos de anatomia também têm mais chance de desenvolver ELA 💇🏻💇🏾‍♂️👩🏽‍🔬👨🏼‍🔬

Ou seja, equilíbrio é importante até em relação à prática de exercício físico que tem benefícios comprovado ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

➡️ Esse estudo é muito importante porque alerta sobre a realização de atividade física extenuante naqueles que já possuem histórico de ELA na família 😰💪🏼✋🏼

➡️ A Esclerose Lateral Amiotrófica é a mesma doença neurodegenerativa do Stephen Hawking, e é conhecida como ELA. Para quem não conhece a doença assista o filme a teoria de tudo 🎥🎞♥️
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➡️ Pessoas que praticavam exercício de alta intensidade tem 26% mais chance de desenvolver a doença 😱

➡️ Essa evidência é classe 1 ou seja um nível altíssimo de evidência 🤓♥️📚
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➡️ Outros estudos menores sugeriram isso, mas esse foi o maior de todos com 4500 pessoas da Holanda, Irlanda e Itália feito por neurocientistas holandeses com questionários. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

➡️ O nível de atividade física foi calculado através do cálculo de MET 💪🏼✖️
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➡️ A atividade física extenuante pode acontecer em um esporte, lazer ou no trabalho como aqueles que são do serviço militar 🏋🏽🥊👩🏻‍✈️
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➡️ A relação entre exercício extenuante era linear, ou seja, quanto mais a pessoa fazia exercício maior a chance de desenvolver ELA 💪🏼
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➡️ Não houve efeito do gênero, nível educacional, classe econômica, fumo ou álcool no desenvolvimento da doença ⠀⠀⠀

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🔎📚 Esse artigo já foi lido por mais de 2500 pessoas. Leia você também:

Visser AE, Rooney JPK, D’Ovidio F, Westeneng HJ, Vermeulen RCH, Beghi E, Chiò A, Logroscino G, Hardiman O, Veldink JH, van den Berg LH; Euro-MOTOR consortium. Multicentre, cross-cultural, population-based, case-control study of physical activity as riskfactor for amyotrophic lateral sclerosis. J Neurol Neurosurg Psychiatry, 2018