Dormir com edredom melhora a ansiedade, estresse e insônia, mostram estudos

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Por Laiali Chaar

 

         A Neurociência do edredom>>> Você já ficou sem dormir por causa de ansiedade? 😴💤 Percebeu que isso afetou seu trabalho, estudos e provas? Quem dorme mal tem dificuldades para se concentrar e pode ficar estressado com a família, amigos e colegas 🙇🏻‍♀️🙇🏻🤤😤😡. E com o tempo pode ter problemas mais sérios como hipertensão e infarto.

            Diversos estudos de Neurociência mostraram que um edredom fofinho é poderoso para diminuir o estresse, ansiedade, angústia e insônia. Além disso, ele pode aliviar os sintomas de doenças que causam perda de sensibilidade na pele, depressão, agressividade, transtorno obsessivo compulsivo, estresse pós-traumático, transtorno bipolar, mania, abstinência de drogas, transtornos do espectro autista que não toleram o toque, Alzheimer, paralisia cerebral e até menopausa.

Isso porque ele estimula neurônios receptores de tato em seu corpo e aumenta a produção de serotonina no cérebro semelhante a uma massagem ou um abraço. A serotonina relaxa e melhora o humor e se transforma em melatonina, que estimula seu corpo a descansar.

Depois desses estudos, hospitais psiquiátricos, de trauma, geriátricos e pediátricos estão usando edredons para acalmar a ansiedade dos pacientes que sentem muita dor e promover um sono profundo e repousante.

Para ler os artigos originais:

Mullen, B.; Champagne,T.; Krishnamurty, S.; Dickson, D.; Gao., R. X. Exploring the Safety and Therapeutic Effects of Deep Pressure Stimulation Using a Weighted Blanket. Occupational Therapy in Mental Health, v. 24, p. 65-89, 2008.

Anderson J: Sensory intervention with the preterm infant in the neonatal intensive care unit. Am J Occupational Therapy 40: 1 9-26, 1986

Field TM, Schanberg SM, Scafidi F, Bauer CR, Vesa-Lahr N, Garcia R, Nystrom J, Kuhn CM. Tactile-kinesthetic stimulation effects on preterm neonates. Pediatrics 77:654-658, 1986

 

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Prática intensa de exercício físico está associada à Esclerose Lateral Amiotrófica, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

 

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Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣♥️💀😰
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⚠️⚠️⚠️✋🏼 Atenção: Isso não significa que é indicado sermos sedentários. É o exercício extenuante que aumenta a chance de Esclerose Lateral Amiotrófica. Exercício físico de baixa à média intensidade continua tendo altas evidências e sendo indicado para prevenir e tratar doenças cardiovasculares, metabólicas e neurológicas e o de alta intensidade para o tratamento de Parkinson ♥️💪🏼

 

Leia também um outro estudo que descobriu que quem trabalha com formol como cabeleireiros e técnicos de anatomia também têm mais chance de desenvolver ELA 💇🏻💇🏾‍♂️👩🏽‍🔬👨🏼‍🔬

Ou seja, equilíbrio é importante até em relação à prática de exercício físico que tem benefícios comprovado ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

➡️ Esse estudo é muito importante porque alerta sobre a realização de atividade física extenuante naqueles que já possuem histórico de ELA na família 😰💪🏼✋🏼

➡️ A Esclerose Lateral Amiotrófica é a mesma doença neurodegenerativa do Stephen Hawking, e é conhecida como ELA. Para quem não conhece a doença assista o filme a teoria de tudo 🎥🎞♥️
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
➡️ Pessoas que praticavam exercício de alta intensidade tem 26% mais chance de desenvolver a doença 😱

➡️ Essa evidência é classe 1 ou seja um nível altíssimo de evidência 🤓♥️📚
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
➡️ Outros estudos menores sugeriram isso, mas esse foi o maior de todos com 4500 pessoas da Holanda, Irlanda e Itália feito por neurocientistas holandeses com questionários. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

➡️ O nível de atividade física foi calculado através do cálculo de MET 💪🏼✖️
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➡️ A atividade física extenuante pode acontecer em um esporte, lazer ou no trabalho como aqueles que são do serviço militar 🏋🏽🥊👩🏻‍✈️
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➡️ A relação entre exercício extenuante era linear, ou seja, quanto mais a pessoa fazia exercício maior a chance de desenvolver ELA 💪🏼
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
➡️ Não houve efeito do gênero, nível educacional, classe econômica, fumo ou álcool no desenvolvimento da doença ⠀⠀⠀

⠀⠀⠀⠀⠀⠀

🔎📚 Esse artigo já foi lido por mais de 2500 pessoas. Leia você também:

Visser AE, Rooney JPK, D’Ovidio F, Westeneng HJ, Vermeulen RCH, Beghi E, Chiò A, Logroscino G, Hardiman O, Veldink JH, van den Berg LH; Euro-MOTOR consortium. Multicentre, cross-cultural, population-based, case-control study of physical activity as riskfactor for amyotrophic lateral sclerosis. J Neurol Neurosurg Psychiatry, 2018 

Quem lê mais vive mais, se torna uma pessoa melhor e mais compreensiva, mostram estudos

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Por Laiali Chaar

 

Neurociência em um minuto ♥️💀 Tema de hoje no Dia do Livro: a Neurociência do livro ♥️📚

Você já indicou para o seu paciente com lesão neurológica ler uma poesia ou um livro? Indique porque estimula a neuroplasticidade ♥️💀

E meia hora de leitura por dia já é suficiente para viver mais 😍❤️>>> Essa vai especialmente para os livrolovers de plantão 🙋🏻💜

Você leu o Harry Potter em três dias?! 🤓📚💚 Que bom porque neurocientistas da Universidade de Yale descobriram que gostar de ler está associado a viver mais.

Eles estudaram por 27 anos o hábito dos americanos. E descobriram que os não leitores haviam morrido mais cedo do que os leitores e bem mais cedo do que os super leitores.
Aí você pode pensar: mas isso é óbvio porque quem lê mais tem uma classe social mais elevada e maior nível educacional. Então se previne e tem mais cuidados médicos do que quem não lê. Aí que está a surpresa os resultados não tem a ver com classe social ou educação. Então pode ser que a leitura tenha efeitos no cérebro e influencie na causa das doenças.
Quem lia até 3h30 por semana, segundo o estudo, tinha 17% menos chances de morrer antes dos 62 anos do que quem não lia nada.
Mas atenção não adianta ler aquele tutorial de como fazer brigadeiro ou o último babado forte do mundo dos famosos porque isso só funciona com livros. As pessoas que liam apenas jornais ou revista mesmo que fosse muita leitura não tiveram mais anos de vida do que os que liam livros.
De acordo com outro artigo da revista Science quem lê livros trabalha a inteligência emocional, empatia e compreensão com outras pessoas. Essa é uma habilidade importante para treinarmos em todas as nossas relações.
Então, bora se acabar no Dom Casmurro no fim de semana 🤓📚💚

 

Para ler os artigos originais acesse: 

Bavishi A, Slade MD, Levy BR. A chapter a day: Association of book reading with longevity.  Soc Sci Med., v. 164, p. 44-48, 2016. 

Kidd DC, Castano E. Reading literary fiction improves theory of mind. Science., v. 18; 342(6156), p. 377-80, 2013.

 

 

Transplante de cabeça foi adiado, conta neurocirurgião em entrevista

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Por Laiali Chaar

sergio canaveroFoto de Sergio Canavero, neurocirurgião responsável pelo transplante de cabeça

Leia também: O primeiro transplante de cabeça

😰😰😰 Envie essa notícia aa os amigos neurocuriosos ♥️💀.

Mega Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣 O que você acha, neurolover? Será que funcionará? 🤔 ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

➡️ Há dois anos estou postando as atualizações da cirurgia e recebo muitos directs de neurolovers perguntando se a cirurgia marcada para Dezembro foi realizada 💉💀👨🏻‍⚕️
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➡️ Estávamos desde Novembro sem notícias sobre a cirurgia ou algum pronunciamento do neurocirurgião italiano responsável por ela Sergio Canavero 💉💀👨🏻‍⚕️🤔
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➡️ Essa semana ele deu uma entrevista sobre o assunto compartilhada por ele 👨🏻‍⚕️♥️💀📰
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➡️ Essa cirurgia é muito polêmica, também entre os neurocirurgiões. Há muitos boatos sobre o assunto, por isso vou atualizar vocês ⠀⠀

⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
➡️ Ela é chamada de anastomose cefalosomática, mas está sendo chamada pela mídia de “transplante de cabeça” 💉💀
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➡️ Ela estava marcada para Dezembro, mas foi adiada. E não tem data divulgada para acontecer 💉💀
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➡️ Será feita na China em conjunto com a equipe do neurocirurgião Xiaoping Ren da Universidade de medicina de Harbin 💉💀
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➡️ O paciente candidato russo não será mais Valery Spiridonaf. Segundo Sergio Canavero, a razão é que eles não iriam encontrar um doador chinês compatível 💉💀
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➡️ A cirurgia foi realizada em ratos que andaram novamente com a utilização da cola de polietileno glicol para os neurônios da medula espinal 🐭♥️
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➡️ Os neurocirurgiões realizaram um teste ano passado em cadáveres humanos. Foram 18 horas de operação para reconectar uma cabeça na medula espinal, nervos e vasos sanguíneos de outro corpo. Dessa cirurgia foram publicados artigos que disponibilizei abaixo 
🔎📚

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➡️ A rejeição e a dor que o paciente sentirá após o transplante é um grande desafio e há muitos aspectos éticos envolvidos 😰😵

➡️ Sergio Canavero também publicou um livro ano passado sobre o tema: Medicus magnus 📚♥️

 

Para ler os artigos originais dele acesse:

Canavero S, Ren X, Kim CY. Reconstructing the severed spinal cord. Surg Neurol Int. v. 21, p. 8:285, 2017.

Ren X, Li M, Zhao X, Liu Z, Ren S, Zhang Y, Zhang S, Canavero S. First cephalosomatic anastomosis in a human model. Surg Neurol Int. v. 17;8, p. 276, 2017.

Ren S, Liu ZH, Wu Q, Fu K, Wu J, Hou LT6, Li M, Zhao X, Miao Q, Zhao YL, Wang SY, Xue Y, Xue Z, Guo YS, Canavero S, Ren XP. Polyethylene glycol-induced motor recovery after total spinal transection in rats. CNS Neurosci Ther., v. 23(8), p. 680-685, 2017

 

Produzimos novos neurônios durante a vida toda, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

Super Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣
➡️ Um grande mistério da Neurociência desde a época dos primeiros Neurocientistas é se surgem novos neurônios no cérebro de adultos e idosos  🤔
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➡️ Esse estudo publicado semana passada na revista Cell, é importante porque surgir novos neurônios mantém a função cognitiva e pode ajudar a recuperar a cognição de quem tem uma lesão ou doença neurológica
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➡️ Além disso, mostra que os idosos podem ser tão capazes quanto jovens para desempenhar tarefas com raciocínio como estudar ou trabalhar. Tenho alunos incríveis com mais de 60 anos ♥️
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 ➡️ Foram estudados cérebros de pessoas saudáveis de 14 a 79 anos sem perda cognitiva, doença psiquiátrica ou tratamento
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
➡️ A neurogênese diminui com a idade em roedores e primatas. Mas, em humanos esse estudo descobriu que ela se mantém nos mesmos níveis no envelhecimento 🐭 #️⃣   🙈 #️⃣ 👵🏼
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➡️ Os idosos tinham um número igual de células tronco, células da glia e neurônios no giro denteado do hipocampo, área responsável pela memória que os jovens 👵🏼👴🏽♥️
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➡️ Mas, nos idosos há um menor surgimento de vasos e neuroplasticidade
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➡️ Esse artigo gerou polêmica porque nos últimos anos diversos estudos demonstraram neurogênese no cérebro adulto em diversas regiões, mas um artigo publicado uma semana antes na revista Nature relatou não ter encontrado nenhum novo neurônio no cérebro de adultos.
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➡️  Mas, como dois estudos semelhantes chegaram a resultados tão diferentes?
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➡️ A discussão é que o artigo que não encontrou neurogênese usou outra técnica de armazenamento dos cérebros
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➡️  Enquanto no estudo que encontrou neurogênese os cérebros foram preservados com substâncias químicas, no outro estudo que não encontrou os cérebros foram congelados. Ao congelar o cérebro os neurônios podem ser destruídos.
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➡️ O que você acha de tudo isso, neurolover?!
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Para ler os artigos originais acesse:
Boldrini M, Fulmore CA, Tartt AN, Simeon LR, Pavlova I, Poposka V, Rosoklija GB, Stankov A, Arango V, Dwork AJ, Hen R, Mann JJ. Human Hippocampal Neurogenesis Persists throughout Aging. Cell Stem,  v. 5;22(4), p. 589-599, 2018.Sorrells SF, Paredes MF, Cebrian-Silla A, Sandoval K, Qi D, Kelley KW, James D, Mayer S, Chang J, Auguste KI, Chang EF, Gutierrez AJ, Kriegstein AR, Mathern GW, Oldham MC, Huang EJ, Garcia-Verdugo JM, Yang Z, Alvarez-Buylla A. Human hippocampal neurogenesis drops sharply in children to undetectable levels in adults. Nature. v. 15;555 (7696), p. 377-381, 2018.

Snyder JS. Questioning human neurogenesis. Nature. v. 15; 555(7696), p. 315-316, 2018.

Maguire EA, Gadian DG, Johnsrude IS, Good CD, Ashburner J, Frackowiak RS, Frith CD. Navigation-related structural change in the hippocampi of taxi drivers. Proc Natl Acad Sci U S A, v. 97(8), p. 4398-403, 2000.

Kempermann G, Kuhn HG, Gage FH. Experience-induced neurogenesis in the senescent dentate gyrus. J Neurosci., v. 1, 18(9), p. 3206-12, 1998.

Ernst A, Alkass K, Bernard S, Salehpour M, Perl S, Tisdale J, Possnert G, Druid H, Frisén J. Neurogenesis in the striatum of the adult human brain. Cell. v. 27;156(5), p. 1072-83, 2014.

Você sabia? Existem pessoas que não sentem nenhum medo

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Por Laiali Chaar

Assista ao vídeo abaixo e veja as fotos do que o maior escalador do mundo é capaz de fazer.

 

 

 

 

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Alex realizando a ressonância. A Neurocientista Jane E Joseph especialista em ressonância magnética e seu auxiliar James Purl colocando Alex Honnold, maior escalador do mundo, no equipamento de ressonância magnética. Fonte: Network International, LC e NGC Network US, LLC.

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Ressonância magnética de Alex Honnold (esquerda) e de outro homem escalador de mesma idade (direita). As áreas em vermelho são áreas em que os neurônios estão ativos ao ver cenas que causam medo. A área em vermelho no centro do cérebro é a amígdala. Note que as áreas cerebrais de Alex estão azuis, ou seja, sem ativação de neurônios. Portanto, ele não sente nada quando vê cenas que causam medo. Fonte: Jane Joseph.

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Gráfico comparando os sentimentos da personalidade de cada um deles. Alex Honnold (verde escuro) e o outro escalador (verde claro). Da esquerda para a direita: Extroversão, simpatia, aberto, consciência, neurose, urgência, premeditação, perseverança, desinibição, tédio, buscador de prazer, buscador de emoção, buscador de experiências. Alex tem mais busca de prazer do que o outro homem, talvez isso explique sua busca por emoções extremas e sugere impulsividade ao risco. Fonte: Jane Joseph.

 

O medo já te paralisou? Em uma prova, por exemplo? Ficou com taquicardia, suando, com falta de ar, mão gelada, enjoo em uma situação comum, neurolover? 😱😵😰🤢
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➡️ É bom sentir medo porque nos protege, mas em excesso nos paralisa. Entender o medo é importante para saber como equilibrar isso 🤔
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➡️ Nossos pacientes também tem medos: do movimento, a cinesiofobia, comum em lesões neurológicas e ortopédicas, medo de cair, de não se recuperar, de abandono 👵🏼👴🏽💔
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➡️ Para entender o medo, neurocientistas fizeram ressonância magnética em Alex Honnold, o maior escalador do mundo que não usa cordas nem capacete e não sente nenhum medo. Postei no site vídeos dele 😱😰🙈
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➡️ Eles descobriram que nele os neurônios da amígdala, região do cérebro que produz o medo, não são ativados 🙇🏻
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➡️ Como o medo vem dos neurônios, todos nós, incluindo os pacientes, podemos treinar nossos medos como ele para que não nos paralisem 😌🙏🏻🙌🏼
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➡️ Esse treino pode ser feito se expondo aos poucos à aquilo que sentimos medo
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➡️ Para o paciente um treino do medo seria andar na escada, na rampa, na rua. Para quem caminha sem dificuldade, fazer trilha na montanha, por exemplo, te ajuda a lidar com seus medos, controlar a ansiedade e focar sua mente em outros pontos da situação. Eu fiz no fim de semana 😊😰
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➡️ A motivação e confiança em quem está próximo são importantes para controlar o nosso medo. No caso dos pacientes, nós terapeutas e os cuidadores devemos construir esses sentimentos com nossas ações.
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➡️ Muito obrigada Rafael e Rodolfo da Montanero Expedições por terem me proporcionado uma experiência tão profunda e transformadora durante a trilha que me fez refletir sobre isso
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🔎📚 Para saber mais veja o stories com a explicação direto do alto dos agulhas negras.

 

Para ler os artigos originais acesse:

Collins HR, Corbly CR, Liu X, Kelly TH, Lynam D, Joseph JE. Too little, too late or too much, too early? Differential hemodynamics of response inhibition in high and low sensation seekers. Brain Res., v. 24; p. 1481:1-12, 2012.

Akirav I, Maroun M.The role of the medial prefrontal cortex-amygdala circuit in stress effects on the extinction of fear. Neural Plast., p. 30873, 2007.

 

Dormir tarde aumenta a chance de doenças neurológicas, psiquiátricas e morte, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

 

dormir tarde

 

 

Super Bombaa da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣😔 Já pra cama, neurolovers 😴💤😴
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➡️ Esse estudo mostra que talvez o mais importante para um sono saudável não seja a quantidade de horas dormidas, mas o horário que você dorme 😴💤
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➡️ Ele é importante porque indica que é possível prevenir essas doenças, mudando os hábitos dessas pessoas 😴💤
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➡️ Infelizmente, muitas pessoas não tem essa escolha porque trabalham a noite, mas quem puder escolher, pense nisso 🤔
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➡️ Há uma tendência genética que faz as pessoas dormirem mais tarde, mas 50% da preferência são hábitos que podem ser mudados 😴💤
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➡️ Esse estudo foi feito por neurocientistas britânicos com 50 mil pessoas de 38 a 73 anos que foram acompanhadas por 7 anos 😴💤
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➡️ Dormir tarde está associado com o desenvolvimento de diabetes, doenças cardiovasculares, desordens psicológicas como depressão, neurológicas, gastrointestinais e respiratórias como a asma 😴💤
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➡️ Um palpite científico que tenho para a causa disso é um aumento do sistema nervoso simpático que está relacionado com o desenvolvimento de todas essas doenças.
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➡️ Pensei nisso, porque durante o nosso sono o sistema nervoso simpático é regulado. Quem dorme mais tarde pode ter um aumento do simpático pela falta desse controle.
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➡️ Mas, essa hipótese ainda precisa de comprovação. Isso poderia ser feito medindo a adrenalina, que é um neurotransmissor do sistema nervoso simpático, no sangue dessas pessoas. Saudades, laboratório, quando eu média neurotransmissores ♥️

Para ler o artigo original:

Knutson KL von Schantz M. Associations between chronotype, morbidity and mortality in the UK Biobank cohort. Chronobiol Int. v. 11, p. 1-9, 2018.