Pessoas com pressão maior que 130 ou 80 mmHg são hipertensas e têm maior risco de sofrer AVC, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

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Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣>>> Encaminhe essa reportagem para seus pacientes e pessoas que te rodeiam para ajudar a prevenir o AVC.

➡️ Na segunda feira foi publicado o Guideline de Hipertensão Arterial. A hipertensão arterial é um fator de risco para o AVC.

➡️ Se não nos prevenirmos, 1 a cada 6 pessoas sofrerá um AVC. A cada 6 segundos uma pessoa morre de AVC no mundo. Prevenir e tratar a hipertensão arterial é uma das formas de prevenção. 

➡️ Você sabe o que é um Guideline? Um Guideline é um conjunto de regras escrito por estudiosos da área para prevenir ou tratar alguma doença ou lesão. É escrito a partir de estudos científicos que testaram tratamentos e tiveram respostas boas 😇 ou ruins 😈 

➡️ As principais novidades do Guideline de Hipertensão Arterial foram: 

➡️ Pressão arterial acima de 130 ou 80 mmHg é considerada hipertensão. Antes era 140 ou 90 mmHg. Agora 42% da população é hipertensa. Esse valor baixou porque os estudos científicos mostraram que uma pressão acima de 130 por 90 já aumenta a chance de insuficiência renal, infarto e AVC. Se você tem pressão acima de 130 ou 90 procure um médico para verificar a necessidade de medicação e um fisioterapeuta ou educador físico para reabilitação cardiovascular. 

➡️A apnéia do sono é o colapso das vias aéreas durante o sono e é fator de risco para hipertensão. O uso de CPAP (aparelho que contém uma máscara que provoca a entrada de ar nos pulmões) para tratar a hipertensão na apnéia do sono não tem resultados benéficos incertos. Porque os estudos mostraram que reduz apenas 2 mmHg na pressão 

➡️A dieta continua sendo indicada com restrição do sódio e aumento da ingestão de potássio. Procure um nutricionista para orientá-lx. 


Para saber baixar e ler o Guideline acesse:

Whelton PK, Carey RM, Aronow WS, Casey DE Jr, Collins KJ, Dennison Himmelfarb C, DePalma SM, Gidding S, Jamerson KA, Jones DW, MacLaughlin EJ, Muntner P, Ovbiagele B, Smith SC Jr, Spencer CC, Stafford RS, Taler SJ, Thomas RJ, Williams KA Sr, Williamson JD, Wright JT Jr. 2017 ACC/AHA/AAPA/ABC/ACPM/AGS/APhA/ASH/ASPC/NMA/PCNA Guideline for the Prevention, Detection, Evaluation, and Management of High Blood Pressure in Adults: A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Task Force on Clinical Practice Guidelines. J Am Coll Cardiol. S0735-1097(17)41519-1, 2017.

 

 

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Parkinson pode ser evitado ou tratado com planta medicinal, sugere novo estudo

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Por Laiali Chaar

parkinson

      Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣 >>> Se você tem um paciente ou familiar ou você mesmo tem Parkinson consulte um nutricionista e mostre a elx esse artigo.

Até agora não existia nenhum medicamento que evita a morte desses neurônios ☠️🖤 Mas, de acordo com um estudo publicado semana passada por neurocientistas coreanos, o alcaçuz, uma planta medicinal, pode evitar a morte dos neurônios de dopamina e ajudar a retardar a progressão da doença de Parkinson e até mesmo prevenir 🌿🍃💚 . O estudo foi feito em camundongos e aqueles que receberam o extrato da planta não tiveram morte de neurônios. 


O alcaçuz é uma planta com flor Glycyrrhiza glabra e seu xarope é usado em confeitaria, medicamentos para a tosse e é usado medicinalmente desde 500 a.c. pelos gregos 🌿💚🍃 A liqueritegenina é o composto ativo que teve esses efeitos.

       A doença de Parkinson é uma doença neurodegenerativa causada pela morte de neurônios que se comunicam liberando dopamina em uma região do sistema nervoso central chamada substância nigra no mesencéfalo. Ela atinge em sua maioria pessoas com mais de 60 anos e causa tremor, rigidez, diminuição da velocidade dos movimentos, desequilíbrios e quedas. 


Vamos torcer para que os próximos testes funcionem em humanos e que ela não tenha efeitos colaterais 🙏🏻💙🙌🏼 

Para saber mais:

Hyojung Kim, Sangwoo Ham, Joon Yeop Lee, Areum Jo, Gum Hwa Lee, Yun-Song Lee, MyoungLae Cho, Heung-Mook Shin2, Donghoon Kim, Olga Pletnikova, Juan C. Troncoso, Joo-Ho Shin, Yun-Il Lee, Yunjong Lee, Estrogen receptor activation contributes to RNF146 expression and neuroprotection in Parkinson’s disease models. Oncotarget. 2017.

Descoberto composto que diminui lesão medular e melhora o movimento, revela novo estudo

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Por Laiali Chaar

 

Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣.

         Essa vai especialmente para meus alunos futuros fisioterapeutas neurolovers que terão aula de lesão medular essa semana ❤️❤️❤️ >>>>Após uma lesão medular uma segunda morte de neurônios é causada por inflamação, liberação de citocinas e cicatrização que dificultam o sistema nervoso de se regenerar ☠️☠️😔

Até hoje não existia nenhum tratamento efetivo para diminuir essa lesão medular secundária: já foram tentadas injeções de células troncos e outras muitas substâncias 😔😥. A Fisioterapia melhora o movimento dessas pessoas por estimular a maior ativação dos neurônios que sobreviveram, é a amada neuroplasticidade 💪🏼💚🐍

Mas, agora pode ser que tudo mudou 😍😍😍. Neurocientistas americanos injetaram poucas horas após o trauma na medula nanopartículas de acido poli-láctico-co glicólico 💉🚑❤️🏥 Ele diminui essa inflamação e cicatrização indesejada e os camundongos que receberam a injeção de movimentaram melhor os membros inferiores do que aqueles que não receberam 💪🏼💪🏼💪🏼🎉🎉🎉😍😍😍

Porém, esse composto não regenerou a lesão medular original que acontece momento do acidente🙁. Mas, isso já é um grande avanço porque melhorou o movimento 😍😍😍

Pode ser que o composto diminua a lesão medular se injetado no pronto socorro ou na ambulância logo após o acidente 💉🚑❤️🏥

Testes com humanos já foram iniciados. Vamos torcer para que funcionem e melhorem a vida de muitas pessoas 🙏🏻💙🙌🏼💙

Para saber mais:

Jeong SJ, Cooper JG, Ifergan I, McGuire TL, Xu D, Hunter Z, Sharma S, McCarthy D, Miller SD, Kessler JA. Intravenous immune-modifying nanoparticles as a therapy for spinal cord injury in mice. Neurobiol Dis., v.108, p. 73-82, 2017.

 

Teste de força manual só detecta fraqueza maior que 40%, descobre novo estudo

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Por Laiali Chaar

testes de força manual

 

😱😱😱😵😵😵😳 Bombaaa da Neurociência na Fisioterapia 🔥🔥🔥💣💣💣 A Fisioterapia Baseada em evidências é assim. Revemos nossos tratamentos baseado nas novas descobertas
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Isso não significa para ser radicais e nunca mais fazer testes de força manual. O importante é entender as limitações e ter cuidado ao usá-los para diagnóstico. Porque se não houver diferença no teste não significa com toda certeza que o paciente não perdeu força. Um aparelho chamado dinamômetro pode ser utilizado por nós para dar mais certeza.
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Todxs xs fisioterapeutas do mundo 🌎🌍🌏 aprendemos e utilizamos a testes de força manual. Neles, o paciente empurra nossa mão e sentimos se há diferença entre o lado direito e esquerdo. Em um paciente com AVC por exemplo.
Uma diferença de força muscular pode mostrar lesões e causar dores e perda de movimentos do dia a dia como pentear o cabelo ou carregar uma sacola.
Mas parece que não é bem assim que funcionam esses testes 💔
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Um novo estudo publicado por fisioterapeutas neurocientistas japoneses 🇯🇵 fez o teste de força manual com dinamômetro no ombro de 53 pacientes. Eles descobriram que só percebemos com nossas mãos uma diferença de força quando a fraqueza é maior que 40%. Se o paciente perde 35% da sua força não sentimos a diferença. E 35% de perda de força é muita coisa.
Então, continue lendo e se atualizando para sempre avaliar e tratar seu paciente com cuidado. Até a próxima domingo que vem, neurolovers ❤ Sempre consulte um fisioterapeuta.

 

Carinho diminui progressão da doença de Alzheimer, mostra estudo

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Por Laiali Chaar

Alzheimer

    Neurofofo 💖💖💖 Neurocientistas da Universidade de Utah 👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️💀 descobriram que indivíduos com Alzheimer que são cuidados por pessoas bem próximas como seus cônjuges tem piora dos sintomas mais lenta. Os sintomas clássicos da doença são amnésia, mudança de comportamento e diminuição dos movimentos. Então, se você tem uma mãe, um pai, uma vovó ou um vovô com Alzheimer dê um beijo e um abraço de urso nelx 🐻😍❤️✌🏼 Fisioterapeutas, vamos explicar isso para os cuidadores dos nossos pacientes.

     Os benefícios desse tipo de cuidado aumentam quando o casal é mais próximo, pois isso causa uma maior interação emocional entre eles e é um maior estímulo para o cérebro de quem possui Alzheimer.  A pesquisa foi feita com quase 200 pessoas com Alzheimer.

Mais um estudo neurolovers mostrando que a razão não pode ser separada da emoção ❤️💀 nem o corpo físico da mente 🙇🏻🙇🏻‍♀️

 

Para saber mais: 

Norton MC, Piercy KW, Rabins PV, Green RC, Breitner JC, Ostbye T, Corcoran C, Welsh-Bohmer KA, Lyketsos CG, Tschanz JT. Caregiver-recipient closeness and symptom progression in Alzheimer disease. The CacheCounty Dementia Progression Study. J Gerontol B Psychol Sci Soc Sci. v. 64(5), p. 560-8, 2009

Rattinger GB, Fauth EB, Behrens S, Sanders C, Schwartz S, Norton MC, Corcoran C, Mullins CD, Lyketsos CG, Tschanz JT. Closer caregiver and care-recipient relationships predict lower informal costs of dementia care: The Cache County Dementia Progression Study. Alzheimers Dement., v.12(8), p. 917-24, 2016. 

 

Homem sai do estado vegetativo após estimulação de nervo, descobre novo estudo

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Por Laiali Chaar

 

estado vegetativo

Super Bombaaa da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣Impressionante, neurolovers 😱😍❤️ Você e todos os neurocientistas do mundo achavam que alguém em coma por mais de um ano era irreversível. Mas, segunda feira tudo mudou.
Um homem sofreu um acidente de carro e estava em coma por 15 anos 😴. Neurocientistas franceses conseguiram acordá-lo 😵 depois de implantar um chip que estimulou o nervo vago no tórax por um mês. O paciente acordou, voltou a se movimentar, seguir um objeto com os olhos e virar a cabeça quando pedido 😱😱😱Algo impossível de se imaginar antes.
O nervo vago é um conjunto de neurônios que conectam o cérebro a muitos órgãos incluindo coração e intestino. Ele é importante também para ficarmos alertas e acordados. A estimulação do vago com o chip aumentou a atividade de neurônios em várias regiões do cérebro: córtex parietal, córtex occipital, tálamo e estriado.
Esse tratamento também está sendo usado na epilepsia e na depressão severa.
Os neurocientistas escolheram esse caso bem complicado para ter certeza de que o paciente não acordou do coma por acaso.
Esse estudo revolucionário foi publicado na segunda feira e parou o mundo 🖐🌎 . Mas, a volta do paciente à consciência, apesar de surpreendente e comemorada pela ciência, foi considerada mínima. Por que ele estava com nenhuma reação e passou a responder a pequenos estímulos.

Mesmo assim é surpreendente 🙇🏻‍♀️🙇🏻💀🖤 Por isso, que eu sempre digo neurolovers, nada é certeza nessa vida, mesmo na ciência. As coisas mudam.

Para saber mais: 

Martina Corazzol, Guillaume Lio, Arthur Lefevre, Gianluca Deiana, Laurence Tell, Nathalie André-Obadia, Pierre Bourdillon, Marc Guenot, Michel Desmurget, Jacques Luauté, and Angela Sirigu. Restoring consciousness with vagus nerve stimulation. Current Biology. v. 27, p. 994-996, 25 Setembro,  2017

Agachamento diminui sensação de dor no corpo todo, revela novo estudo

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Por Laiali Chaar

agachamento

 

Bomba da Neurociência nesse domingão 🔥🔥🔥💣💣💣 Você achava que agachamento apenas fortalece as coxas e melhora a dor no joelho? Na verdade, o agachamento com as costas apoiadas na parede também diminui a sensação de dor no corpo todo 😱😍 E isso em apenas uma sessão de 30 minutos de Fisioterapia ou Pilates 💪🏼💚🐍 É supreendente 😱😍 E é ótima notícia porque o agachamento é um exercício simples e seguro 😍 Dois estudos feitos por neurocientistas australianos mostraram que o agachamento não diminui apenas a dor no joelho, mas também na cervical e no tornozelo. Eles compararam pacientes após um acidente automobilístico com uma freada brusca, conhecido como chicote na fisioterapia🚗🚑🤕 21 pacientes fizeram apenas agachamento e 19 fizeram exercício na bicicleta💪🏼 🚴. O agachamento diminuiu a dor na cervical e no tornozelo desses pacientes. Mas, a bicicleta não
Em caso de dúvidas ou se você tiver alguma dor e estiver pensando em fazer agachamento consulte um fisioterapeuta e marque ele no post 💪🏼💚🐍

Para saber mais:

Smith A, Ritchie C, Pedler A, McCamley K, Roberts K, Sterling M. Exercise induced hypoalgesia is elicited by isometric, but not aerobic exercise in individuals with chronic whiplash associated disorders. Scand J Pain., v. 15, p. 14-21, 2017

Vaegter HB. Exercising non-painful muscles can induce hypoalgesia in individuals with chronic pain. Scand J Pain. 2017 v. 15, p. 60-61, 2017