Abraço melhora desenvolvimento cerebral, saúde física e mental, comprovam estudos

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Por Laiali Chaar

abracos

A Neurociência do Abraço! Comemorando o Dia do Abraço, 22 de Maio 🤗♥️🤗 E você, já abraçou alguém hoje? 37 mil 463 abraços para vocês, #neurolovers!

9 Motivos comprovados pela Neurociência para você abraçar alguém agora:
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🤗♥️🤗 Abraçar protege contra estresse e infecções. Neurocientistas perceberam que existe relação entre o número de abraços, resfriados e estresse.
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🤗♥️🤗 Abraçar diminui a pressão arterial e frequência cardíaca: para fazer um discurso ou em uma tarefa estressante isso é ótimo.
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🤗♥️🤗 Abraçar pode aliviar seus medos mais profundos: uma pesquisa descubriu que o medo da morte em pacientes paliativos é diminuído após um abraço.
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🤗♥️🤗 Já dizia o poeta: “o melhor lugar no mundo é dentro de um abraço, pro mais velho pro mais novo, pra alguém apaixonado ou pra alguém medroso”. Estudos com idosos, com e sem Alzheimer, adultos, homens e mulheres mostram que o toque diminui dor física e mental e até a progressão das doenças.
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🤗♥️🤗 “Tudo que a gente sofre, num abraço se dissolve”: Abraçar alguém que está passando por um momento difícil faz mais efeito do que palavras. Receber um abraço no dia do conflitos interpessoais diminuiu as emoções negativas. Pesquisa com 404 mulheres e homens por 14 dias.
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🤗♥️🤗 Quanto mais você abraçar uma criança, mais o cérebro dela se desenvolve e menos estresse ela sentirá na vida adulta. Crianças negligenciadas têm menor desenvolvimento cerebral.
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🤗♥️🤗 Abraço aumenta a serotonina, hormônio do bem estar. ⠀⠀⠀⠀

🤗♥️🤗 Não gosta de abraço? Algumas pessoas são assim. Comece aos poucos.
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🤗♥️🤗 Abraço de familiares e amigos em pessoas em coma ou com consciência rebaixada pode ajudar a aumentar o nível de consciência.
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🤗♥️🤗 Neurocuriosidade: Já reparou que as pessoas preferem abraçar com a cabeça para a direita? Estudo com 2500 pessoas descobriu que abraços com emoções positivas ou negativas intensas como medo, tristeza, paixão ou saudade são dados para a esquerda. Nas emoções neutras, o lado de preferência: destros abraçam pela direita e canhotos pela esquerda 🤗♥️🤗.

🔎📚 Para ler os artigos originais acesse:

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Carinho diminui progressão da doença de Alzheimer, mostra estudo

Dar as mãos para o seu parceiro pode aliviar suas dores, mostra novo estudo

Toque lento e com afeto diminui sensação de exclusão e dor física, revela novo estudo

Dormir com edredom melhora a ansiedade, estresse e insônia, mostram estudos

Murphy MLM, Janicki-Deverts D, Cohen S. Receiving a hug is associated with the attenuation of negative mood that occurs on days with interpersonal conflict. PLoS One. v. 13, n. 10, 2018.

Ocklenburg S, Packheiser J, Schmitz J, Rook N, Güntürkün O, Peterburs J Grimshaw GM. Hugs and kisses – The role of motor preferences and emotional lateralization for hemisphericasymmetries in human social touch. Neurosci Biobehav Rev. v. 95, n. 353-360, 2018.

Packheiser J, Rook N, Dursun Z, Mesenhöller J, Wenglorz A, Güntürkün O, Ocklenburg S. Embracing your emotions: affective state impacts lateralisation of human embraces. Psychol Res. v. 83, n. 1, p. 26-36, 2019.

Cohen S, Janicki-Deverts D, Turner RB, Doyle WJ. Does hugging provide stress-buffering social support? A study of susceptibility to upperrespiratory infection and illness. Psychol Sci. v. 26, n. 2, p. 135-47, 2015

Koole SL, Tjew A Sin M, Schneider IK. Embodied terror management: interpersonal touch alleviates existential concerns among individuals with low self-esteem. Psychol Sci. v. 25, n. 1, p. 30-7, 2014.

Salmani F, Mohammadi E, Rezvani M, Kazemnezhad A. The effects of family-centered affective stimulation on brain-injured comatose patients’ level of consciousness: A randomized controlled trial. Int J Nurs Stud. v. 74, p.44-52, 2017.

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Subir montanhas transforma seu cérebro, descobrem estudos

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Por Laiali Chaar

subir montanha

Bombaaa da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣
Neurolover, exercite teu corpo e tua mente 🍃✌🏼

Você já subiu alguma montanha? Eu já e adoro. Bora no feriado! 💚🏔🌳🍃🌱Cada vez que viajo para a natureza me transformo e descubro uma mulher em mim que nem sabia que existia ♥️😍

Para saber mais assista ao vídeo sobre Neurociência da Montanha


➡️ No Brasil temos opções ótimas: Serra da Mantiqueira, as Chapadas dos Veadeiros, Diamantina e dos Guimarães, Serra do Cipó, do Espinhaço, dos Órgãos, Aparados da Serra e Monte Roraima 💚💛🏔

➡️ Nesse estudo neurocientistas analisaram 32 pessoas após quatro dias de imersão na natureza subindo montanhas no Alaska, Colorado e Washington e sem internet 💚🏔🌳🍃🌱📵

Leia também: Cheiro de mato estimula a neuroplasticidade, reduz a pressão arterial e melhora a imunidade, comprova estudo


➡️ Subir montanhas dobrou a criatividade para resolver problemas. E aumentou o desempenho em uma tarefa de resolução de problemas em 50% ♥️🙇🏻🙇🏻‍♀️💪🏼

Mas, o que a natureza faz com nosso cérebro? 🤔💚🌳🍃

Leia também: Nadar em água fria pode curar depressão, descobre novo estudo

Um estudo com 609 pessoas do ano passado descobriu que o contato frequente com a natureza diminui a depressão, ansiedade, estresse e impulsividade 😍 Além de melhorar o bem-estar, o contato com a natureza nos deixa mais saudáveis, diminui a hipertensão e (pasmem!) até o tempo de recuperação após uma cirurgia 💚🌳💚🌳🍃

➡️ Os estímulos naturais são positivos para as emoções

➡️ Além disso, diminuir o uso de tecnologia tem efeitos positivos. Celulares exigem muita atenção, alternar entre várias tarefas, realizar tarefas rápidas e bloqueiam pensamentos que não ajudem nessas atividades, inibindo assim a criatividade 😮☹️💔📵

➡️ A hipótese é que a natureza desacelera e descansa o córtex pré-frontal, centro dos nossos pensamentos. Quando nossos músculos estão cansados descansamos. Por que não descansamos nosso cérebro cansado? ♥️🙇🏻🙇🏻‍♀️

➡️ Suspeito que a natureza age principalmente pela redução do estresse porque 15 minutos de caminhada na floresta diminui 16% o cortisol, o hormônio do estresse 😍♥️🙏🏻🙌🏼

Obrigada pela sugestão desse artigo meus amigos @brunodiasguia @mari_natrilha que sobem montanhas e também são neurolovers ♥️🙇🏻‍♀️🙇🏻💚🏔🌳🍃💪🏼

Para ler o artigo original acesse:

Atchley RA, Strayer DL, Atchley P. Creativity in the wild: improving creative reasoning through immersion in natural settings. PLoS One, v. 7, n.12, 2012.

Repke MA, Berry MS, Conway LG, Metcalf A, Hensen RM, Phelan C. How does nature exposure make people healthier?: Evidence for the role of impulsivity and expanded space perception. PLoS One. v. 22, n.13, 2018.

Fazer exercício traz mais felicidade que dinheiro, revela novo estudo

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Por Laiali Chaar

almas TO

Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣😱💪🏼

O recado mais importante desse estudo é que pagar todos os boletos é um enorme alivio, mas não é apenas isso que importa na vida 😉😃🙏🏻🙌🏼

➡️ Essa pesquisa descobriu que as pessoas que se exercitam se sentem mal mentalmente em média 35 dias por ano. Os sedentários se sentem mal mais vezes, 53 dias por ano 😱💔

Leia também: Hormônio liberado pelo exercício pode proteger contra Alzheimer, descobrem neurocientistas brasileiros

➡️ E você quantas vezes se sentiu mal nos últimos dias? Vamos prestar atenção nisso? E fazer algo para melhorar? 🙏🏻🙌🏼😊

➡️ Pessoas que fazem exercício se sentem bem como aquelas sedentárias que ganham 25 mil reais a mais por mês que elas 🤑🤑🤑

Leia também: Atividade física diminui 51% a chance de ter Alzheimer, mostram estudos

➡️ Os exercícios em grupo tiveram mais efeito positivo na felicidade do que os individuais: futebol, futsal, pilates em grupo, basquete, volei, corrida, aulas na academia, trilhas, ciclismo, caminhada 😍♥️⚽️🏐🎱🚴🏻‍♀️🏈💪🏼

➡️ Esse estudo indica realizar 3 a 5 sessões de exercício por semana cada uma entre 30 a 60 minutos 😍♥️🤸🏻‍♀️

Leia também: Quem anda 35 minutos por dia tem menor chance de sofrer AVC grave, mostra novo estudo

➡️ Esse estudo foi publicado na Lancet, a revista mais renomada do mundo na área de saúde. E foi feito por neurocientistas de super Universidades: Oxford e Yale 😍♥️👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️

➡️ Nele foi analisado o comportamento de 1,2 milhão de americanos, ou seja, muita gente. Nunca tinha visto um estudo com tantas pessoas 😍👏🏼👏🏼👏🏼

➡️ Os participantes foram questionados sobre sua atividade física e sua renda. Foi perguntado a eles: “quantas vezes você se sentiu mal mentalmente nos últimos 30 dias, por exemplo, devido a estresse, depressão ou problemas emocionais?” 😭☹️🤔

➡️ Cuide de seu corpo, cuide da sua mente, pois sem saúde não se consegue chegar aos nossos objetivos ♥️🙇🏻🙇🏻‍♀️

🔎📚 Para ler o artigo original acesse:

Chekroud SR, Gueorguieva R, Zheutlin AB, Paulus M, Krumholz HM, Krystal JH, Chekroud AM. Association between physical exercise and mental health in 1·2 million individuals in the USA between 2011 and 2015: a cross-sectional study.Lancet Psychiatry. v. 5, n. 9, p. 739-746, 2018.

Fazer carinho diminui dor em bebês, descobre novo estudo

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Por Laiali Chaar

bebes

Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣♥️👼🏼 ⠀
Você conhece alguém que tem um bebê? Envie esse estudo para a pessoa ♥️👼🏼

Você é profissional da saúde e trabalha com neonatos e bebês? É mãe, pai, padrinho, madrinha? Experimente fazer isso e depois me conte o que acontece ♥️👼🏼

➡️ Você já reparou que um bebê até para de chorar quando abraçado, acariciado ou massageado?

Leia também: Carinho diminui progressão da doença de Alzheimer, mostra estudo

➡️ Esse estudo pode ser usado para o aconselhamento de pais de primeira viagem e profissionais de saúde de unidades neonatais. E explica porque práticas como manter bebês em contato com a pele dos pais, como no método Canguru inventado é utilizado no Brasil e a massagem Shantala ajudam a criar laços ♥️👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️🏥

➡️ Acariciar lentamente diminui o estresse de um bebê irritado e dor durante procedimentos médicos como exames de sangue 👋😍👼🏼🙇🏻🙇🏻‍♀️

Leia também: Toque lento e com afeto diminui sensação de exclusão e dor física de adultos, revela novo estudo

➡️ Essa nova pesquisa de neurocientistas na Universidade de Oxford descobriu que a velocidade ideal para as carícias funcionarem é de 3cm por segundo. Pais instintivamente acariciam seus bebês nessa velocidade 👋♥️👋

➡️ Foram estudados 62 bebês nascidos a termo com 2 a 5 dias de vida 👼🏼♥️👼🏼

Saiba mais: Dar as mãos para o seu parceiro pode aliviar suas dores, mostra novo estudo

➡️ Observando o eletroencefalograma, os pesquisadores verificaram uma redução dos impulsos elétricos na área do cérebro responsável pela dor quando bebês são tocados levemente 👼🏼♥️👼🏼

➡️ Isso acontece porque tocar lentamente a pele de bebês ativa terminações nervosas sensíveis ao tato, as fibras C, e ajudam a bloquear sensações nos neurônios de dor. O mesmo efeito também é verificado em adultos ♥️🙇🏻🙇🏻‍♀️

➡️ Carinho é bom e todo mundo gosta ♥️

➡️ Estudos anteriores comprovam que o toque melhoram os laços entre pais e filhos, diminuem o estresse para ambos, e reduzem a duração da internação em hospitais. O toque tem um potencial analgésico sem o risco de efeitos colaterais como medicamentos ♥️👋

➡️ Esse post vai especialmente para meus alunos da Fisioterapia Osasco que terão aula prática de estimulação sensorial em bebês amanhã comigo. No curso em Aracaju também mostrarei na prática como fazer. Ownnnn 👼🏼♥️👼🏼

🔎📚 Para ler o artigo original acesse:

Gursul D, Goksan S, Hartley C, Mellado GS, Moultrie F, Hoskin A, Adams E, Hathway G, Walker S, McGlone F, Slater R. Stroking modulates noxious-evoked brain activity in human infants. Curr Biol. v. 17, n. 28(24):R1380-R1381, 2018.

Crianças que praticam esportes têm mais neurônios da memória e menos depressão, revela novo estudo

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Por Laiali Chaar

area de trabalho

Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣♥️🙇🏻‍♀️🙇🏻 ⠀ ⠀
Você incentiva seus pacientes meninos e meninas pediátricos a praticar esportes? ♥️🙇🏻‍♀️🙇🏻🏃🏻‍♀️🤺🤸🏻‍♀️🤾🏾‍♀️🏄🏻‍♀️🏇🏾🚴🏻‍♀️💪🏼 ⠀ ⠀
Esporte adaptado sempre foi uma paixão minha por incluir e aumentar a participação social dessas pessoas. Mais um estudo com motivos para amarmos 😍 ⠀ ⠀
➡️ Corrida, artes marciais, baseball, pilates, trilhas, basquete, hockey, futebol, futsal, rugby, vôlei, dança, escalada, ginástica, tênis, natação, surf, hipismo, corrida, yoga ou taco. Não importa. ♥️🤾🏾‍♀️🤸🏻‍♀️🏄🏻‍♀️🏇🏾🏇🏾🏃🏻‍♀️🤾🏼‍♂️🏋🏻‍♀️🤺🏃🏻💪🏼 ⠀ ⠀
➡️ Praticar um esporte libera dopamina, serotonina, treina a mente a focar no tempo presente, estimula a empatia, aumenta as relações sociais, ensina a lidar com frustrações 😍♥️💪🏼 ⠀ ⠀
➡️ Essa semana reencontrei amigos do meu time da faculdade e quantas lembranças boas ♥️ ⠀ ⠀
➡️ Esse é mais um estudo com benefícios do exercício físico para crianças ♥️🙇🏻‍♀️🙇🏻 ⠀ ⠀
➡️ Foram estudadas 4191 crianças de 9 a 11 anos. Eram crianças sedentárias ou praticavam 23 esportes diferentes coletivos ou individuais ⚽️🏀🏈⚾️🎾🏐🏉🎱 ⠀ ⠀
➡️ Elas realizaram ressonância magnética questionários e testes de humor e personalidade ♥️🙇🏻‍♀️🙇🏻 ⠀ ⠀
➡️ O estudo foi realizado por neurocientistas da Universidade Washington e da Califórnia ♥️👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️ ⠀ ⠀
➡️ Quem praticava esportes tinha relação com quem tinha menos sintomas depressivos e melhor saúde mental ⚽️♥️😆 ⠀ ⠀
➡️ Além disso, quem praticava esportes coletivos tinha maior área do hipocampo, principal área responsável pela memória. Uma hipótese que talvez pela complexidade e interação social mais intensa dos esportes coletivos ♥️🙇🏻‍♀️🙇🏻 ⠀ ⠀
⚠️ Outras atividades em grupo não tiveram o mesma relação ☝️✋️ ⠀ ⠀ ⠀ ⠀

🔎📚 Para ler o artigo original acesse:

Gorham LS, Jernigan T, Hudziak J, Barch DM. Involvement in Sports, Hippocampal Volume, and Depressive Symptoms in Children. Biol Psychiatry Cogn Neurosci Neuroimaging. p. S2451, 2019.

Nosso cérebro produz novos neurônios até os 90 anos, confirma novo estudo

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Por Laiali Chaar

idoso

Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣Quem acompanha o @tudosobrecontroleneural ou vê minhas lives e palestras sabe que a maior lenda da Neurociência é que só ganhamos novos neurônios quando somos bebês 🤚🚷⚠️ Essa lenda continua sendo compartilhada em redes sociais e até ensinada em aulas 😱💔😕

➡️ Escrevi posts em 23 de Abril de 2017 e 20 Abril de 2018 desmistificando esse assunto. São eles:

Produzimos novos neurônios durante a vida toda, mostra novo estudo

9 verdades e 1 mentira sobre o cérebro

➡️ Compartilhar notícias falsas é grave porque a descoberta de que ganhamos neurônios novos todos os dias pode motivar várias pessoas a se transformarem ou se tratarem

➡️ Novos neurônios tornam possível aprender qualquer coisa em qualquer idade treinando: um novo idioma, um novo passo de dança, equilibrar nossas emoções, refletir sobre o mundo, tocar um
instrumento musical, uma nova modalidade de esporte ou um paciente reaprender um movimento perdido por uma lesão neurológica 😍♥️

➡️ Dezenas de estudos em humanos já comprovaram que em todas as idades ganhamos novos neurônios. Há dois artigos que falam o contrário, mas eles possuem erros metodológicos graves. Por exemplo, congelar os cérebros analisados sem proteção destrói os neurônios e não permite contá-los no microscópio. Aprendi isso na prática no Doutorado quando tive que refazer um experimento por causa disso 🙈

➡️ Esse novo estudo foi publicado na revista Nature @nature.research uma das melhores do mundo e possui um alto grau de qualidade 👩🏻‍⚕️♥️📚

➡️ Os neurocientistas analisaram cérebros de pessoas de 43 a 97 anos. Eles descobriram que: ⠀ ⠀

✨ O cérebro produz novos neurônios no hipocampo mesmo depois dos 90 anos ⠀ ⠀

✨ Pessoas com Alzheimer ganham menos novos neurônios no hipocampo

Esse novo estudo analisou o hipocampo, mas abaixo estão os links de outros estudos que já demonstraram neurogênese em outras áreas em jovens, adultos e idosos como bulbo olfatório e corpo estriado, importante área motora. Portanto, vamos aguardar mais estudos para analisar se existe neurogênese em outras áreas também. Pode ser possível.

O link para os artigos que mostraram neurogênese em outras áreas está nos links abaixo:

Produzimos novos neurônios durante a vida toda, mostra novo estudo

9 verdades e 1 mentira sobre o cérebro

 

📚🔎 Para ler os artigos originais:

Moreno-Jiménez EP, Flor-García M, Terreros-Roncal J, Rábano A, Cafini F, Pallas-Bazarra N, Ávila J, Llorens-Martín M. Adult hippocampal neurogenesis is abundant in neurologically healthy subjects and drops sharply in patients with Alzheimer’s disease. Nat Med. 2019.

Oppenheim RW. Adult Hippocampal Neurogenesis in Mammals (and Humans): The Death of a Central Dogma in Neuroscience and its Replacement by a New Dogma. Dev Neurobiol. 2019.

Leia também: Produzimos novos neurônios durante a vida toda, mostra novo estudo

Leia também: 9 verdades e 1 mentira sobre o cérebro

Cheiro de mato estimula a neuroplasticidade, reduz a pressão arterial e melhora a imunidade, comprova estudo

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Por Laiali Chaar

 

natureza

Esse estudo descobriu que o cheiro de mato diminui o estresse no cérebro, aumenta a neuroplasticidade, diminui a pressão arterial e melhora a imunidade. Dar uma volta em meio no verde da natureza ou do parque e respirar fundo faz um enorme bem para nossos corpos. Por isso preservar a natureza é uma questão imediata de saúde pública.

Leia também: Nadar em água fria pode curar depressão, descobre novo estudo

Você já deve ter percebido que caminhar na natureza te deixa mais tranquilo. A Neurociência já sabia que passar tempo ao ar livre traz benefícios significativos para a saúde física e mental. Mas ano passado, os pesquisadores descobriram que os benefícios psicológicos dados pela natureza são ainda maiores do que imaginávamos. Uma pesquisa feita na Universidade de Stanford publicada em Julho de 2015 descobriu que passeios ao ar livre reduzem os pensamentos negativos obsessivos que caracterizam a depressão. Outro estudo publicado no fim do ano passado descobriu que passar um tempo na natureza também pode ter aplicações no tratamento para a dependência química com redução da  impulsividade e melhor auto-controle o que seria fantástico.

Leia mais: Retrospectiva 2015: 10 coisas fascinantes que aprendemos sobre a mente em 2015

Muitas vezes a Neurociência é importante para descobrir e melhor nossas vidas, outras vezes ela confirma aquilo que a sabedoria popular já sabe como nesse caso.

Para saber mais: A Neurociência das férias

Para ler o estudo original:

Bratmana, G. N.; Daily, G. C.; Benjamin J.Levy, B. J.; Gross, J. J. The benefits of nature experience: Improved affect and cognition. Landscape and Urban Planning, v; 138, p. 41-50. 2015

Berry, M. S.; Repke, M. A. Nickerson, N. P.; Conway III, L. G.; Odum, A. L.; Jordan, K. E. Making Time for Nature: Visual Exposure to Natural Environments Lengthens Subjective Time Perception and Reduces Impulsivity. Plos One. 2015.

Wood L, Hooper P, Foster S, Bull F. Public green spaces and positive mental health – investigating the relationship between access, quantity and types of parks and mental wellbeing.  Health Place. 48:63-71, v. 2017.

Baklien B Ytterhus B, Bongaardt R. When everyday life becomes a storm on the horizon: families’ experiences of good mental healthwhile hiking in nature. Anthropol Med. v. 23, n. 1, p. 42-53. 2016.

Gladwell VF, Kuoppa P, Tarvainen MP, Rogerson M. A Lunchtime Walk in Nature Enhances Restoration of Autonomic Control during Night-Time Sleep: Results from a Preliminary Study. ]Int J Environ Res Public Health. v. 3; n.13(3), 2016

Li Q, Nakadai A, Matsushima H, Miyazaki Y, Krensky AM, Kawada T, Morimoto K Phytoncides (wood essential oils) induce human natural killer cell activity. Immunopharmacol Immunotoxicol. v. 28, n. 2, p. 319-33, 2006.

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