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Células do filho migram para o cérebro da mãe e podem prevenir Alzheimer

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Por Laiali Chaar

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Fonte da imagem: Os cientistas reconfiguraram um aparelho de ressonância magnética para capturar uma mulher e seu bebê. Rebecca Saxe e Atsushi Takahashi. Departamento do cérebro ciências cognitivas, MIT e Athinoula R. Milisse Centro de Imagens do Instituto McGovern para pesquisas sobre o cérebro, MIT.

     A Neurociência do Dia das mães  👩‍👧‍👦🤰🏻💙💖>>> Células do bebê migram para o cérebro da mãe e podem protegê-la do Alzheimer 😱>>> A conexão entre mãe e filho é mais profunda do que se imaginava. Neurocientistas descobriram células de crianças do sexo masculino vivendo no cérebro de suas mães.

     Esse estudo mostrou que durante a gestação as células dos bebês migram para o cérebro da mãe e vivem lá por várias décadas. As células da criança atravessam a placenta entram na circulação da mãe e se alojam no cérebro e o sistema imune da mãe não as remove. Os neurocientistas examinaram o cérebro de mulheres falecidas para a presença de células contendo o cromossomo Y masculino. Eles encontraram essas células em mais de 60% e em várias regiões do cérebro.

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O estudo revelou que estas células são menos comuns no cérebro de mulheres que tiveram doença de Alzheimer, sugerindo que elas podem melhorar a saúde do cérebro.

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      Uma teoria é de que essas células do bebê se transformem em novos neurônios que são incorporados ao cérebro da mãe, porque em animais isso acontece. Outra teoria é de que essas as células podem influenciar o circuito de apego à criança.
Então, está certo quando uma mãe diz que seu filho é como se fosse parte dela, é mesmo 😍💖💙

Para saber mais: 

Chan WF, Gurnot C, Montine TJ, Sonnen JA, Guthrie KA, Nelson JL.Male microchimerism in the human female brain.  PLoS One. v. 7(9), p. e45592, 2012.

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