Criado exame de sangue para diagnosticar Esclerose Múltipla, em novo estudo

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Por Laiali Chaar

exame

Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣😱
➡️ Se você é Fisioterapeuta pesquise se há alguém que realize o teste para seu paciente 👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️

➡️ Se você é pesquisador estude sobre essas proteínas 👩🏻‍🔬👨🏽‍🔬

➡️ Se você possui suspeita de Esclerose Múltipla procure seu neurologista, mostre esse artigo e pergunte se ele conhece alguém que faça 👩🏾👨🏻

➡️ Neurocientistas ingleses divulgaram hoje a descoberta 🤓😍❤️

➡️ Esse teste realizado antes ou depois de tratamentos por exemplo novas condutas de Fisioterapia ou medicamentos ajudará a descobrir qual é eficaz 💪🏼🏋🏻‍♀️🏃🏻‍♀️💊

➡️ Até agora o diagnóstico de Esclerose Múltipla pela coleta e análise do líquor era o mais fidedigno

➡️ Se você tem pacientes com Esclerose ou já fez esse exame sabe que esse é doloroso e invasivo porque esse líquido coletado banha o encéfalo e a medula espinal 😱😰🤕💉

➡️ Esse novo teste para diagnóstico de Esclerose Múltipla é feito analisando amostras de sangue 💉🌡

➡️ Ele mede a esfingosina e diidroesfingosina que aparecem no sangue de indivíduos com doenças neurodegenerativas 💉🌡

➡️ Além disso, o teste detecta quem tinha Esclerose Múltipla e quem possuía dor neuropática, uma queixa comum, bem limitante nesses pacientes e que necessita de um tratamento específico 😰

➡️ O teste ainda não está disponível comercialmente, apenas para pesquisa. Vamos torcer neurolover para que chegue logo aos laboratórios 🙏🏻🙏🏻🙏🏻🤞

➡️ Esse exame descoberto por químicos neurolovers 🤓💀🖤 foi feito através de espectrometria de massa, um teste supersensível que detecta milhares de proteínas presentes em amostras e análise por um software que eles mesmos inventaram 👩🏼‍💻👨🏾‍💻🙏🏻💙🙌🏼

Para ler o artigo original acesse:

Ward, S. Page, M. I., Patrick, M., Powles., P. M. Sphingosine and dihydrosphingosine as biomarkers for multiple sclerosis identified by metabolomic profiling using coupled UPLC-MS, Analytical Methods, 41, 2017

 

 

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Critérios de diagnóstico de morte encefálica foram alterados pelo Conselho Federal de Medicina

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Por Laiali Chaar

 

morte encefalica.jpg

 

Saiu na mídia 📺📻🎙🎥🖥📱🖤 Reportagem publicada hoje no Jornal Estado de São Paulo entrevistou um neurologista e a conselheira do Conselho Federal de Medicina 💚🐍

➡️ Em março, o Conselho Federal de Medicina realizará um fórum para discutir as novas regras. Se você é médicx neurolover se inscreva no fórum 👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️

➡️ Se você é profissional da saúde neurolover que trabalha em hospitais é importante estar informado do tema 🏥❤️

➡️ As mudanças tornarão o diagnóstico mais rápido. O que pode ajudar o sistema de transplante de órgãos.

➡️ Doe vida, doe amor, doe seus órgãos neurolover❤️

➡️ Antes, a morte encefálica precisava ser confirmada por dois médicos 👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️ E um deles deveria ser obrigatoriamente neurologista 💀🖤

➡️ Isso era uma dificuldade porque muitos hospitais não possuem neurologista 24 horas por dia

➡️ Agora, para assinar o laudo, basta que sejam dois médicos capacitados para fazer o diagnóstico

➡️ O primeiro deles deve ser um neurologista, neurocirurgião adulto ou pediátrico, médico intensivista ou médico que trabalhe na emergência.

➡️ O segundo, deve ter realizado um curso para diagnosticar morte encefálica

➡️ ⚠️ Nenhum deles pode pertencer à equipe de remoção ou grupo responsável por realizar o transplante para não existir conflito de interesse

➡️ Com essa mudança, o Conselho Federal de Medicina calcula que o número de profissionais capacitadores para fazer a declaração de morte encefálica pule de 4,5 mil para 9 mil 📈📈

➡️ Não basta a avaliação dos dois médicos. É necessário realizar um teste: eletroencefalograma, doppler, angiografia ou cintilografia. Antes para atestar a morte encefálica de uma criança era permitido somente o eletroencefalograma.

➡️ O intervalo mínimo entre os dois testes de confirmação também foi alterado de 6 horas para 1 hora.

➡️ A alteração foi preparada há quatro anos, mas aguardava a aprovação do governo federal que aconteceu agora

Para saber mais:

Resolução CFM 2.173/17

Exercício físico de alta intensidade diminui progressão do Parkinson, descobre novo estudo

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Por Laiali Chaar

parkinson

Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣😱😍

➡️ Se você tem Parkinson, procure um Fisioterapeuta Neurofuncional e mostre esse artigo para ele te orientar 💀🖤💪🏼⚡️🐍⚡️

➡️ Se você é fisioterapeuta compartilhe com seu/ sua amigx neurolover para elx se atualizar 

➡️ Os medicamentos para Parkinson têm muitos efeitos colaterais e diminuem a eficácia com o tempo 💊💔 Por isso, é importante o estudo de novos tratamentos 👩🏻‍⚕️👩🏻‍🔬📚🔬

➡️ Este é o primeiro estudo sobre alta intensidade em indivíduos com Parkinson. Antes, acreditava-se que o exercício de alta intensiva piorava os sintomas motores de Parkinson 🏃🏻‍♀️🏃🏿

➡️ Neurocientistas americanos estudaram 128 pessoas de 40 a 80 anos no início da doença, com menos de 5 anos de diagnóstico e que não tomavam medicação 👨🏻👩🏾👴🏻👵🏽 e publicaram o artigo ontem

➡️ Esse estudo apelidado de SPARX e foi publicado ontem na JAMA Neurology uma das melhores revistas científicas do mundo 🌎🌍🌏

➡️ O exercício em esteira de alta intensidade deve ser feito 3 vezes por semana, por 6 meses com 80 a 85% da frequência cardíaca máxima por 6 meses. Exercício de 60 a 65% não teve efeitos 🏃🏻‍♀️🏃🏿😓

➡️ Exercício de alta intensidade diminuiu a progressão e gravidade de sintomas motores como andar, falar, tremores, falta de equilíbrio, rigidez e lentidão dos movimentos 🙏🏻🙏🏻🙏🏻

➡️ O estudo mostrou que mesmo sendo de alta intensidade ele é seguro. Não houve eventos adversos musculoesqueléticos ou cardíacos avaliados por um cardiologista ❤️❤️❤️

➡️ Agora será feito um estudo de fase três com mil pessoas comparados com os efeitos do exercício com o dos medicamentos 💊 🥊🏃🏿

Para ler o artigo original acesse:

Schenkman M, Moore CG, Kohrt WM, Hall DA, Delitto A, Comella CL, Josbeno DA, Christiansen CL, Berman BD, Kluger BM, Melanson EL, Jain S, Robichaud JA, Poon C, Corcos DM. Effect of High-Intensity Treadmill Exercise on Motor Symptoms in Patients With De Novo Parkinson Disease: A Phase 2 Randomized Clinical Trial. JAMA Neurol., 11 de Dezembro de 2017. 

Carregar um récem-nascido, ou não, altera os genes dele por anos, revela novo estudo

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Por Laiali Chaar

 

carregar

Você imaginava isso, neurolover?!

➡️ Este foi o primeiro estudo que mostrou que o simples ato de tocar o ser humano no início da vida provoca alterações profundas no DNA e consequências anos depois 👶🏻👶🏽👼🏼🙇🏻‍♀️🙇🏻💜💙

➡️ Por muitos anos acreditou-se que não havia como mudar os genes de alguém. Mas, descobriu-se que o estilo de vida é capaz de ativar ou bloquear genes por muitos anos

➡️ Neurocientistas ingleses da Universidade de Columbia publicaram na quarta feira a descoberta de que a quantidade de contato físico íntimo é reconfortante entre lactentes e cuidadores muda o DNA das crianças

➡️ Crianças que ficaram mais angustiadas quando eram bebês e que receberam menos contato físico apresentaram padrão de moléculas atrasado para a idade 4 anos depois.

➡️ Um dos genes que fica mais ativado é o gene da neuroplasticidade o BDNF que estimula o nascimento de novos neurônios e novas comunicações entre eles

➡️ Por que essa nova informação é importante?
A neuroplasticidade é muito importante para o desenvolvimento motor de todas as crianças e especialmente de crianças com lesões no sistema nervoso 💀🖤

➡️ Neurolover, se você é fisioterapeuta, terapeuta ocupacional ou pediatra estimule as mães e pais dos seus pacientes a carregar e manterem contato físico com seus filhos e filhas

➡️ Se você é mãe, pai ou cuida de um bebê carregue e abrace mais seu filho/filha

➡️ O método canguru adotado pelo Ministério da Saúde para crianças de baixo peso mostra mais uma vez sua importância também pela genética da criança

Para ler o artigo original acesse:

Moore SR, McEwen LM, Quirt J, Morin A, Mah SM, Barr RG, Boyce WT, Kobor MS. Epigenetic correlates of neonatal contact in humans. Dev Psychopathol., Dec;29(5):1517-1538, 2017.

 

 

Há neurônios no bulbo responsáveis pela velocidade da marcha, descobre novo estudo

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Por Laiali Chaar

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Super Bomba da Neurociência 😱😱😱🔥🔥🔥💣💣💣 Em homenagem a todos os controle motor lovers como eu ❤️❣️

➡️ A locomoção é muito importante para nos deslocarmos entre os lugares.

 Neurocientistas suíços publicaram os resultados semana passada na revista Nature, uma das melhores do mundo 🌎 🌍🌏 Então, realmente foi uma bomba. 

➡️ Eles descobriram neurônios que controlam a a velocidade da marcha e locomoção no bulbo.

➡️ Esses neurônios se comunicam com neurônios da medula espinal e recebem sinapses de áreas importantes para o controle motor do córtex motor, núcleo cerebelar profundo, núcleo rubro, zona incerta e substância cinzenta periaquedutal.

➡️ A descoberta foi feita em ratos 🐭, mas provavelmente esses neurônios também existem em humanos.

➡️ Mas por que eles foram descobertos só agora? Não havia tecnologia disponível para visualizá-los separados de outros grupos de neurônios da região.

➡️ E por que isso é importante para quem é fisioterapeuta?
Talvez eles participem e sejam a explicação da Neurociência para a recuperação surpreendente de movimentos vista em alguns pacientes com lesão medular alta.

➡️ Onde eles estão?
No núcleo paragigantocelular lateral na ponte que liberam glutamato para estimular a locomoção e glicina para inibir a locomoção.

➡️ O tema de controle motor foi sugestão do meu seguidor neurolover futuro fisioterapeuta de Salvador @vitorvidal_fisio. Muito obrigada Vítor!

Para ler o artigo original:

Capelli P, Pivetta C, Soledad Esposito M, Arber S. Locomotor speed control circuits in the caudal brainstem. Nature, 16 Nov, v. 551(7680), p. 373-377, 2017.

Toque lento e com afeto diminui sensação de exclusão e dor física, revela novo estudo

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Por Laiali Chaar

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Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣
➡️ Diversos estudos já comprovaram que a dor social é maior que a dor física 👩🏻‍🔬📚😰🤒🤕😵

➡️ Nossos pacientes da Fisioterapia após uma lesão neurológica frequentemente sentem essa dor de exclusão social e rejeição porque muitos se afastam do trabalho e passam a ficar em casa e dependem de auxílio de outra pessoa 😔💔

➡️ Há poucos dias foi publicado um artigo que demonstrou o que nós fisioterapeutas já desconfiávamos 😍💚💪🏼⚡️🐍⚡️

➡️ O toque lento e afetuoso mesmo sendo de uma pessoa distante diminuiu a dor emocional da exclusão social e a dor física 😍🤚👋💛

➡️ O estudo foi por neurocientistas do Reino Unido que estudaram 84 pessoas 💀🖤

➡️ Isso acontece porque esse toque ativa neurônios de tato C que são diferentes dos neurônios de sensibilidade ativados pelo toque rápido ou neutro 💀🖤

➡️ No dia 1 de Outubro já postei aqui um estudo que comprovou que carinho e cuidado de pessoas próximas diminui a progressão da doença de Alzheimer ❤️❣️

➡️ Esse novo estudo é interessante, porque mostra que o toque com afeto mesmo sendo de uma pessoa desconhecida tem efeitos benéficos nos pacientes ❤️❣️

➡️ Então, neurolovers não vamos esquecer de nos preocupar também em transmitir afeto e confiança para o paciente pelo toque 🙏🏻💙🙌🏼

 

Para ler o artigo original acesse:

von Mohr M, Kirsch LP, Fotopoulou A. The soothing function of touch: affective touch reduces feelings of social exclusion. Sci Rep. Oct 18;7(1):13516, 2017.

 

Vídeo game de realidade virtual melhora o equilíbrio fora dos jogos em jovens com autismo, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

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Você sabia que jogos de video game com realidade virtual podem ser usados pela Fisioterapia para tratar pacientes?!

➡️ Jogos de vídeo game 🎮 com realidade virtual em que os jogadores ganham pontos quando fazem poses difíceis de “ninja” por exemplo 🙅🏻🙅🏻‍♂️melhoram o equilíbrio fora do jogo de crianças e jovens de 7 a 17 anos com transtornos do espectro autista.

➡️ Além disso, eles gostaram muito dos jogos e se motivam para ir à sessão de Fisioterapia. A motivação do paciente é fundamental para o tratamento ter melhores efeitos porque o paciente colabora e acredita ❤️❤️❤️

➡️ Indivíduos com transtorno do espectro autista tem dificuldades de equilíbrio e estabilidade postural e as atividades na vida diária são dificultadas por isso.

➡️ O estudo foi publicado em Setembro por neurocientistas americanos. O treino foi feito com 29 indivíduos. Cada sessão de 60 minutos, 3 vezes por semana por 6 semanas.

➡️ Participantes que tinham comportamentos rituais nas refeições ou na hora de dormir não se beneficiaram tanto do treino com o videogame como os que não tinham esses comportamentos.

Para ler o artigo original acesse:

Travers BG, Mason AH, Mrotek LA, Ellertson A, Dean DC, Engel C, Gomez A, Dadalko OI, McLaughlin K. Biofeedback-Based, Videogame Balance Training in Autism. J Autism Dev Disord. 2017.