Hormônio liberado pelo exercício pode proteger contra Alzheimer, descobrem neurocientistas brasileiros

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Por Laiali Chaar

 

A group of elderly people lifting weights together in a fitness class

Você fez exercício hoje? Partiu treinar pilates, yoga, musculação, dançar, caminhar, correr, fazer trilha depois dessa Bomba da Neurociência 😍😱🔥🔥🔥💣💣💣
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➡️ Vários estudos e vemos em nossos atendimentos que o exercício é uma abordagem eficaz para tratar e até prevenir Alzheimer. No mestrado estudei os efeitos do exercício na Neuroplasticidade 💚⚡️🐍💚

Leia também: 1 em cada 3 casos de demência pode ser evitado, mostra novo estudo

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➡️ Essa descoberta é importante porque as estatísticas publicadas essa semana mostram que o número de pessoas com demência dobrou nos últimos 16 anos 😔💔👴🏼👵🏼
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➡️ A história da irisina: Tudo começou em 2002 quando dois grupos de cientistas descobriram por acaso o hormônio mensageiro do exercício liberado pelos músculos durante a atividade física 😍👩🏻‍🔬👨🏽‍🔬🔬💪🏼
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➡️ E deram o nome para ele de irisina em homenagem à Iris, a deusa grega mensageira. Que românticos! ♥️🏛
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➡️ No inicio achava-se que a irisina só tinha função do metabolismo e muitos cientistas estudam se ela pode ser usada no tratamento da obesidade 🤔💭
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➡️Em 2012 neurocientistas de Harvard descobriram que a irisina aumenta no cérebro durante o exercício e produz BDNF, o hormônio da Neuroplasticidade, que aumenta a conexão entre os neurônios ♥️👩🏻‍⚕️👨🏽‍⚕️
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➡️Agora, neurocientistas brasileiros da UFRJ, depois de 7 anos de trabalho, publicaram na Nature, uma das mais importantes do mundo, que a irisina é importante na formação de memórias e protege os neurônios de toxinas produzidos no Alzheimer e pode diminuir sua progressão 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼🙌🏼

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➡️ Pacientes com Alzheimer avançado tem menos irisina cerebral no hipocampo e líquido cefaloraquidiano 👴🏼👵🏼 😳😔💔
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➡️ A maioria dos pacientes com Alzheimer apresenta outras doenças e condições como artrite, artrose, dores, obesidade, alterações de visão e depressão. O que torna um desafio motiva-los para o exercício regular

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🔎📚 Para ler os artigos originais acesse:

Panza GA, Taylor BA, MacDonald HV, Johnson BT, Zaleski AL, Livingston J, Thompson PD, Pescatello LS. Can Exercise Improve Cognitive Symptoms of Alzheimer’s Disease? J Am Geriatr Soc. v. 66, n. 3, p. 487-495, 2018.

Zhen Du,Yuewei Li, Jinwei Li, Changli Zhou,Feng Li, Xige Yang. Physical activity can improve cognition in patients with Alzheimer’s disease: a systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Clin Interv Aging. v. 13, p. 1593–1603, 2018.
ZiZengaYong-HongDengaTingShuaiaHuiZhangaYanWangbGuo-MinSong. Effect of physical activity training on dementia patients: A systematic review with a meta-analysis. Chinese Nursing Research, v. 3, p. 168-175, 2016.

GBD 2016 Dementia Collaborators. Global, regional, and national burden of Alzheimer’s disease and other dementias, 1990-2016: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016. Lancet Neurol. v. 18, n. 1, p. 88-106, 2019.

 

Christiane D. Wrann, James P. White, John Salogiannnis, Dina Laznik-Bogoslavski, Jun Wu, Di Ma,Jiandie D. Lin,Michael E. Greenberg, and Bruce M. Spiegelman.  Exercise induces hippocampal BDNF through a PGC-1α/FNDC5 pathway. Cell Metab. v. 18, n. 5, p. 649–659, 2013. 

Erickson HP. Irisin and FNDC5 in retrospect: An exercise hormone or a transmembrane receptor? Adipocyte. v. 1, n. 4, p. 289-93, 2013.

Huh JY, Panagiotou G, Mougios V, Brinkoetter M, Vamvini MT, Schneider BE, Mantzoros CS. FNDC5 and irisin in humans: I. Predictors of circulating concentrations in serum and plasma and II. mRNA expression and circulating concentrations in response to weight loss and exercise. Metabolism. v. 61, p.1725–1738, 2012.

Lecker SH, Zavin A, Cao P, Arena R, Allsup K, Daniels KM, Joseph J, Schulze PC, Forman DE. Expression of the irisin precursor FNDC5 in skeletal muscle correlates with aerobic exercise performance in patients with heart failure. Circulation Heart failure. v. 5, p. 812–818, 2012.

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