Você sabia que o cérebro do Neymar funciona diferente do nosso?

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Por Laiali Chaar

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A Neurociência do Cérebro do Neymar 💙🙇🏻⚽️ 💚💛💚💛 Neymar também é neurolover e já participou de estudos de Neurociência para desvendar se há algo diferente em seu cérebro que o faz ser tão habilidoso. Não são apenas os músculos que distinguem um atleta de elite de um simples mortal. O cérebro deles também é diferente 😱🔥💣 Agora eu acredito no hexa com evidências científicas 💚💛💚💛

 

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Esses estudos são importantes porque podem descobrir como estimular habilidades em alguém que deseje ser atleta 😍🥇🥈🥉⚽️

Entender os movimentos habilidosos do Neymar também pode ajudar a entender os efeitos da estimulação o movimento na reabilitação de pessoas com lesões neurológicas e ajudá-las a recuperarem seus movimentos 💚⚡️🐍💚

Logo depois da Copa do Mundo de 2014 neurocientistas japoneses fizeram ressonâncias no cérebro do Neymar, de outros jogadores de futebol e atletas profissionais durante movimentos difíceis dos pés que precisam de muito controle motor para serem feitos 💙🙇🏻👣⚽️

Eles descobriram que Neymar usa menos neurônios do córtex frontal, área M1 motora primária que controla os movimentos, para movimentar os pés 💙🙇🏻👣⚽️

Isso significa que ele joga no piloto automático e não precisa ativar tantos neurônios para fazer movimentos complexos quanto nós simples mortais. Ou seja, o cérebro dele quase não faz esforço para movimentos com os pés e economiza energia ⚡️💀⚡️

Estudos já mostraram que em atletas de elite as áreas cerebrais ativadas pela modalidade tem neuroplasticidade com maior número de neurônios e aumento da massa cinzenta onde estão os corpos celulares dos neurônios 😱💀♥️

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Acima estão as ressonâncias do cérebro visto de lado de Neymar e dos outros atletas estudados. As áreas pintadas em vermelho são as áreas de neurônios ativados durante os movimentos dos pés. A primeira foto com as setas é da ressonância do Neymar. É impressionante a diferença com outras pessoas. Vantagem da Neurociência o time do Brasil já tem 🇧🇷💚💛

Messi também já foi foco de uma pesquisa de Neurociência. Os neurocientistas descobriram por cálculos com equações que os atletas geniais percebem o tempo mais devagar que outras pessoas. E sugerem que talvez por isso fazem movimentos que são obras primas em dribles, jogadas e gols.

Isso pode ser genético ou pelo treinamento ou os dois 😍♥️💪🏼

Para ler os artigos originais acesse:
Naito, E.; Hirose, S. Efficient foot motor control by Neymar’s brain. Front Hum Neurosci, 2014.

Jafari, S.; Smith, L. S. Can Lionel Messi’s brain slow down time passing? The Journal of Biological and Medical Research, p. 462-463, 2016.

 

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Lesão de ligamento cruzado anterior do joelho pode provocar alterações à longo prazo no encéfalo

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Por Laiali Chaar

voce sabia novembro 2.pngFonte da imagem: @brainpage

        Mostre essa reportagem para aquele(a)  amig@ que ama ortopedia ou que já machucou o joelho muitas vezes >>>> Um estudo publicado na revista Journal of Orthopedic & Sports Physical Therapy por cientistas da Universidade de Ohio mostrou que uma lesão no ligamento cruzado anterior, comum em atividades esportivas como jogar futebol, provoca alterações de longo prazo no modo como o cérebro processa as informações.

Quer saber como o formol pode alterar o seu encéfalo? Leia aqui. 

      O resultado explica porque os pacientes mesmo após a total cicatrização do ligamento tendem a não confiar no joelho e a o movê-lo de maneira diferente, o que aumenta a chance de novas lesões e dificulta o retorno às atividades. Ressonâncias magnéticas do cérebro desses pacientes mostraram que quando eles são pedidos para movimentar o joelho são ativadas apenas áreas visuais e não mais áreas de sensibilidade do joelho. O cérebro confia apenas na informação visual do movimento do joelho e esquece da informação da sensibilidade. Acontece algo parecido conosco quando andamos no escuro: não sentimos onde estão os móveis e nos movemos bem mais lentamente e com medo de nos machucar. Esses indivíduos com lesão no ligamento fazem o mesmo: andam devagar e usando a visão sem necessidade.

     Sabendo disso, para facilitar o recuperação dos movimentos, os cientistas treinaram marcha e movimentos de chute usando luz estroboscópica, que é a mesma usadas em festas. Isso porque essa luz faz com que enxerguemos o ambiente e o corpo por um menor tempo, tirando a dependência de olhar para o movimento do paciente e aumentando a velocidade do movimento.

Para saber mais:

Grooms DR, Page SJ, Nichols-Larsen DS, Chaudhari AM, White SE, Onate JA. Neuroplasticity Associated With Anterior Cruciate Ligament Reconstruction. J Orthop Sports Phys Ther., v. 5, p. 1-27, 2016.

Grooms D, Appelbaum G, Onate J. Neuroplasticity following anterior cruciate ligament injury: a framework for visual-motor trainingapproaches in rehabilitation. J Orthop Sports Phys Ther., v. 45(5), p. 381-93, 2015.