Descarga de peso nos membros inferiores produz novos neurônios, descobre novo estudo

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Por Laiali Chaar

Super Bomba da Neurociência 😱 🔥🔥🔥💣💣💣 Você colocou seu paciente em pé hoje, neurolover?! 💚⚡️🐍💚💪🏼 Agachamento neles! 🏋🏻‍♀️♥️

➡️ Esse artigo é importante por explicar porque pacientes com AVC, Alzheimer, Esclerose Múltipla, atrofia muscular espinhal e acamados ou astronautas tem uma piora do movimento tão rápida quando o membro inferior é imobilizado. E imobilizar a pessoa pode agravar sua lesão. O treino de marcha em crianças com lesões neurológicas também é importante 😍🙌🏼 ⠀
➡️ Esse é mais um benefício da descarga de peso e exercícios no membro inferior em pessoas com lesão neurológica mesmo que eles tenham pouca chance de voltar a andar 🚶🏻‍♀️🚶🏽😍♥️
⠀ ➡️ A descarga de peso no membro inferior ao ficar em pé, andar, correr, agachar e usar a perna para levantar os objetos é benéfica não só porque imobilizar faz perder massa muscular, mas também porque estimula os neurônios 💜🙇🏻‍♀️🙇🏻💙

➡️ Quando você movimenta o membro inferior, sinais são enviados ao cérebro para manter as células saudáveis e produzir novos neurônios. Isso é importante para acontecer a neuroplasticidade que torna capaz nos adaptar a novos desafios motores e após uma lesão ou doença neurológica ♥️🙇🏻🙇🏻‍♀️

➡️ Esse artigo foi publicado há 3 dias na revista Frontiers of Neuroscience por neurocientistas italianos 🇮🇹♥️💀

➡️ Foi feito em camundongos porque não existe tecnologia para visualizar novos neurônios em humanos vivos, apenas na autópsia após a morte 🐭♥️💀

➡️ A zona subventricular é o local do cérebro onde são produzidos novos neurônios a partir de células tronco que mantém a saúde das células nervosas e acontece em todas as idades do ser humano 👼🏼🙇🏻‍♀️🙇🏻♥️💀

➡️ Ratos que não movimentaram nem fizeram descarga de peso no membro inferior diminuíram 70% a produção de neurônios 😱💔

➡️ Além disso, os neurônios e oligodendrócitos, células que formam a bainha de mielina e mantém o equilíbrio dos neurônios, nos imobilizados não amadureceram 😱😔♥️

🔎📚 Para ler o artigo original:

Adami, et al., Reduction of Movement in Neurological Diseases: Effects on Neural Stem Cells Characteristics. Frontiers in Neuroscience, 2018 

 

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Dormir com edredom melhora a ansiedade, estresse e insônia, mostram estudos

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Por Laiali Chaar

 

         A Neurociência do edredom>>> Você já ficou sem dormir por causa de ansiedade? 😴💤 Percebeu que isso afetou seu trabalho, estudos e provas? Quem dorme mal tem dificuldades para se concentrar e pode ficar estressado com a família, amigos e colegas 🙇🏻‍♀️🙇🏻🤤😤😡. E com o tempo pode ter problemas mais sérios como hipertensão e infarto.

            Diversos estudos de Neurociência mostraram que um edredom fofinho é poderoso para diminuir o estresse, ansiedade, angústia e insônia. Além disso, ele pode aliviar os sintomas de doenças que causam perda de sensibilidade na pele, depressão, agressividade, transtorno obsessivo compulsivo, estresse pós-traumático, transtorno bipolar, mania, abstinência de drogas, transtornos do espectro autista que não toleram o toque, Alzheimer, paralisia cerebral e até menopausa.

Isso porque ele estimula neurônios receptores de tato em seu corpo e aumenta a produção de serotonina no cérebro semelhante a uma massagem ou um abraço. A serotonina relaxa e melhora o humor e se transforma em melatonina, que estimula seu corpo a descansar.

Depois desses estudos, hospitais psiquiátricos, de trauma, geriátricos e pediátricos estão usando edredons para acalmar a ansiedade dos pacientes que sentem muita dor e promover um sono profundo e repousante.

Para ler os artigos originais:

Mullen, B.; Champagne,T.; Krishnamurty, S.; Dickson, D.; Gao., R. X. Exploring the Safety and Therapeutic Effects of Deep Pressure Stimulation Using a Weighted Blanket. Occupational Therapy in Mental Health, v. 24, p. 65-89, 2008.

Anderson J: Sensory intervention with the preterm infant in the neonatal intensive care unit. Am J Occupational Therapy 40: 1 9-26, 1986

Field TM, Schanberg SM, Scafidi F, Bauer CR, Vesa-Lahr N, Garcia R, Nystrom J, Kuhn CM. Tactile-kinesthetic stimulation effects on preterm neonates. Pediatrics 77:654-658, 1986

 

Prática intensa de exercício físico está associada à Esclerose Lateral Amiotrófica, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

 

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Bomba da Neurociência 🔥🔥🔥💣💣💣♥️💀😰
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⚠️⚠️⚠️✋🏼 Atenção: Isso não significa que é indicado sermos sedentários. É o exercício extenuante que aumenta a chance de Esclerose Lateral Amiotrófica. Exercício físico de baixa à média intensidade continua tendo altas evidências e sendo indicado para prevenir e tratar doenças cardiovasculares, metabólicas e neurológicas e o de alta intensidade para o tratamento de Parkinson ♥️💪🏼

 

Leia também um outro estudo que descobriu que quem trabalha com formol como cabeleireiros e técnicos de anatomia também têm mais chance de desenvolver ELA 💇🏻💇🏾‍♂️👩🏽‍🔬👨🏼‍🔬

Ou seja, equilíbrio é importante até em relação à prática de exercício físico que tem benefícios comprovado ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

➡️ Esse estudo é muito importante porque alerta sobre a realização de atividade física extenuante naqueles que já possuem histórico de ELA na família 😰💪🏼✋🏼

➡️ A Esclerose Lateral Amiotrófica é a mesma doença neurodegenerativa do Stephen Hawking, e é conhecida como ELA. Para quem não conhece a doença assista o filme a teoria de tudo 🎥🎞♥️
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➡️ Pessoas que praticavam exercício de alta intensidade tem 26% mais chance de desenvolver a doença 😱

➡️ Essa evidência é classe 1 ou seja um nível altíssimo de evidência 🤓♥️📚
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➡️ Outros estudos menores sugeriram isso, mas esse foi o maior de todos com 4500 pessoas da Holanda, Irlanda e Itália feito por neurocientistas holandeses com questionários. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

➡️ O nível de atividade física foi calculado através do cálculo de MET 💪🏼✖️
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➡️ A atividade física extenuante pode acontecer em um esporte, lazer ou no trabalho como aqueles que são do serviço militar 🏋🏽🥊👩🏻‍✈️
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➡️ A relação entre exercício extenuante era linear, ou seja, quanto mais a pessoa fazia exercício maior a chance de desenvolver ELA 💪🏼
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➡️ Não houve efeito do gênero, nível educacional, classe econômica, fumo ou álcool no desenvolvimento da doença ⠀⠀⠀

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🔎📚 Esse artigo já foi lido por mais de 2500 pessoas. Leia você também:

Visser AE, Rooney JPK, D’Ovidio F, Westeneng HJ, Vermeulen RCH, Beghi E, Chiò A, Logroscino G, Hardiman O, Veldink JH, van den Berg LH; Euro-MOTOR consortium. Multicentre, cross-cultural, population-based, case-control study of physical activity as riskfactor for amyotrophic lateral sclerosis. J Neurol Neurosurg Psychiatry, 2018