A cura da insônia pode estar nos músculos, não no cérebro, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

insonia

Bomba da Neurociência 💣💣💣🔥🔥🔥>>> A Neurociência do Pilates 💪🏼💚🐍 >>> Essa vai especialmente para os ortolovers que me seguem 💀❤️💪🏼

         Você já ficou deitad@ na cama pensando na vida por horas e tempo passando sem conseguir dormir?! 🙇🏻‍♀️🙇🏻Se já sabe como isso te deixa cansad@ e lent@ no dia seguinte ☠️🤤😵🤦🏻‍♀️🤦🏽‍♂️
E você já reparou que nos dias em que faz exercício físico dorme melhor?!💪🏼💙😴💤💙 Talvez seus problemas acabaram 😍😍😍 

      A insônia afeta muitos brasileiros e a longo prazo aumenta a chance de doenças cardíacas e infecções 💔🤧😷🤒 Já vimos aqui que diversos estudos mostram que quem controla o sono são os neurônios, inclusive há áreas específicas no cérebro que fazem isso 💀❤️ 

        Mas, essa nova pesquisa mostrou que músculo e cérebro precisam se comunicar para uma melhor qualidade do sono 💪🏼❤️💀 Neurocientistas americanos da Universidade da Califórnia publicaram um novo estudo publicado semana passada que descobriu que existe um gene que controla a qualidade do sono, mas ele não está no cérebro e sim no músculo. Um gene é um pedaço do nosso DNA que produz hormônios, proteínas e controla nossas funções. O apelido carinhoso do gene é Bmal1. Ratos que têm esse gene ativado no músculo dormem melhor e ficam com menos sonolência e cansaço no dia seguinte.  Não acontece a mesma coisa quando o mesmo gene é ativado no cérebro. Ou seja, músculo e cérebro precisam se comunicar para regular nosso relógio biológico e existir uma qualidade do sono 💪🏼💙💀 Se fosse descoberta uma maneira de ativar esse gene, essa pode ser a cura da insônia 😍

        Embora seja um estudo inicial, ele sugere que vale a pena investir no equilíbrio do seu músculo com exercícios como o Pilates, por exemplo, para melhorar a sua qualidade de sono 💪🏼💙😴 Então, bora se exercitar, neurolover 🏋 🏋🏻‍♀️💪🏼💚🐍

Para saber mais:

Ehlen JC, Brager AJ, Baggs J, Pinckney L, Gray CL, DeBruyne JP, Esser KA, Takahashi JS, Paul KN. Bmal1 function in skeletal muscle regulates sleep. Elife. 6, e26557 2017

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Atividade física diminui 51% a chance de ter Alzheimer, mostram estudos

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Por Laiali Chaar

pilates

 

A Neurociência do Pilates 💪🏼💚🐍 Vamos nos cuidar 💚 Esse post vai especialmente para os meus alunos queridos da Formação em Pilates 💚💚💚 >>>

        Oi Pilates lovers! Mais um bom motivo para praticarem Pilates. Ele diminui a chance de desenvolver Alzheimer em 51% 😱😍❤️

      Neurocientistas das Universidades da Califórnia e Pittsburgh nos Estados Unidos analisaram os hábitos, a memória e ressonâncias magnéticas de 876 pessoas com idade média de 78 anos 👵🏽👴🏻💀Quem mais se exercitava tinha um cérebro maior, principalmente nas áreas que controlam memória e em que os neurônios morrem no Alzheimer. Por exemplo, o hipocampo. Eles calcularam que o risco de ter Alzheimer cai pela metade. E quem já tinha uma morte de neurônios leve pela doença também foi beneficiado por mexer o corpo. Um estudo de Maio mostrou que quanto mais atividade física, menor é o nível de proteína beta amilóide que se acumula no cérebro e provoca a morte de neurônios na doença 💪🏼✋️☠️🙇🏻‍♀️🙇🏻 

       Diversos estudos mostraram que vale qualquer forma de movimento para diminuir a chance de Alzheimer: caminhada, ginástica, subir escadas, caminhar, cozinhar, lavar louça, varrer, brincar com os netos e até mesmo jardinagem 🚶🏽🤸🏻‍♀️💃🏻 👶🏻 👨🏻‍🌾 👩🏻‍🍳 O Pilates também é uma ótima forma de atividade física para jovens e idosos 💪🏼💚👨🏻👩🏼👵🏽👴🏻.

        Então, neurolovers, vamos nos mexer e diminuir a chance de ter Alzheimer. 

Para saber mais:

Brown BM, Sohrabi HR, Taddei K, Gardener SL, Rainey-Smith SR, Peiffer JJ, Xiong C, Fagan AM, Benzinger T, Buckles V, Erickson KI, Clarnette R, Shah T, Masters CL, Weiner M, Cairns N, Rossor M, Graff-Radford NR, Salloway S, Vöglein J, Laske C, Noble J, Schofield PR, Bateman RJ, Morris JC, Martins RN; Dominantly Inherited Alzheimer Network. Habitual exercise levels are associated with cerebral amyloid load in presymptomatic autosomal dominant Alzheimer’s disease. Alzheimers Dement, v. S1552-5260(17), p. 30147-4, 2017.

Raji CA, Merrill DA, Eyre H, Mallam S, Torosyan N, Erickson KI, Lopez OL, Becker JT, Carmichael OT8, Gach HM, Thompson PM, Longstreth WT, Kuller LH. Longitudinal Relationships between Caloric Expenditure and Gray Matter in the Cardiovascular Health Study. J Alzheimers Dis, v. 52(2), p. 719-29, 2016.

Radak Z, Hart N, Sarga L, Koltai E, Atalay M, Ohno H, Boldogh I. Exercise plays a preventive role against Alzheimer’s disease. J Alzheimers Dis. v. 20(3), p. 777-83, 2010.

Paillard T, Rolland Y, de Souto Barreto P. Protective Effects of Physical Exercise in Alzheimer’s Disease and Parkinson’s Disease: A Narrative Review. J Clin Neurol. v. 11(3), p.212-9, 2015.

 

Meninas que as avós fumaram na gravidez têm 60% mais chance de desenvolver autismo, mostra estudo

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Por Laiali Chaar

autismo

 

 

Meninas que as avós fumaram durante a gravidez tem 60% mais chance de desenvolver autismo 👵🏽🚬🚭 Você conhece alguém que fumou ou fuma durante a gravidez?! (Esse post vai especialmente para meus alunos de genética lovers da disciplina de Imunologia ) Por muito tempo a ciência acreditou que nossos genes determinavam nossas doenças. E não havia o que fazer. Mas, nos últimos anos centenas de pesquisas mostraram que é possível alterar os nossos genes e dos nossos filhos e netos dependendo dos nossos hábitos. E esse é um exemplo. Os nossos hábitos podem mudar os genes tanto para o bem 😇 quanto para o mal 😈
Fumar durante a gravidez altera os óvulos da filha e interfere como os genes das netas serão ativados. Isso aumenta a chance dos genes ligados ao autismo serem ativados. E por isso, a menina desenvolver alterações da comunicação social e comportamentos repetitivos característicos dos transtornos do espectro autista 💙💙. Talvez por isso que está aumentando o número de crianças com esse diagnóstico 🙁

Um estudo publicado em Abril feito por neurocientistas ingleses com mais de 15 mil crianças confirmou isso.  Então, se você quiser ser pai ou mãe pense nisso e decida seus hábitos com consciência das consequências. 


Para ler o artigo original acesse:

Golding J, Ellis G, Gregory S, Birmingham K, Iles-Caven Y, Rai D, Pembrey M. Grand-maternal smoking in pregnancy and grandchild’s autistic traits and diagnosed autism. Sci Rep. v. 7, p. 46179, 2017.

Fortalecimento muscular desacelera progressão da Esclerose Múltipla mais que medicamentos, mostra novo estudo

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Por Laiali Chaar

Esclerose Múltipla

        Bomba da Neurociência 💣💣💣🔥🔥🔥>>> O fortalecimento muscular 2 x por semana por seis meses pode diminuir a progressão da Esclerose Múltipla mais que medicamentos, mostra novo estudo 😱😱😱 Isso é surpreendente porque por muito tempo acreditou-se que fortalecer um músculo em doenças neurológicas era prejudicial porque acelerava as doenças neurológicas. De uns tempos para cá a Neurociência da Fisioterapia tem mostrando que isso depende da doença.
Então, não vamos generalizar neurolovers amados. Já dizia o poeta: “cada caso é um caso.” É surpreendente também porque o fortalecimento muscular conseguiu diminuir a destruição das ramificações dos neurônios feita pelo sistema imunológico dos pacientes com essa doença. É como se a musculação protegesse o sistema nervoso 💪🏼❤️ Já se sabia que a atividade física melhora a sensação de fadiga desses pacientes e diminuição dos movimentos como andar. Esse novo estudo descobriu que além disso a musculação diminui progressão da doença como se protegesse o sistema nervoso.
O estudo mostrou que o treinamento da resistência tem um número de efeitos positivos no cérebro, que vão além do que pode ser conseguido com medicamentos.  Esse estudo feito na Dinamarca foi publicado semana passada.

Para ler o artigo acesse: 

Tue Kjølhede, Susanne Siemonsen, Damian Wenzel, Jan-Patrick Stellmann, Steffen Ringgaard, Bodil Ginnerup Pedersen, Egon Stenager, Thor Petersen, Kristian Vissing, Christoph Heesen, Ulrik Dalgas. Can resistance training impact MRI outcomes in relapsing-remitting multiple sclerosis? Multiple Sclerosis Journal, 2017.

Meditação diminui insônia, mostram estudos

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Por Laiali Chaar

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    Está difícil de pegar no sono agora?! 😴💤💤 Ou já teve insônia?! Se sentiu desanimado ou muito cansado no dia seguinte?! 🙄😩😞🤤Seus problemas acabaram…. 😅🤗 A meditação melhora eles (Esse post vai especialmente para o meu professor de meditação querido David que me ensinou a meditar 💛)

       A meditação é praticada pelos monges do himalaia há milênios 👳🏽‍♀️🙌🏼. E se você perguntar para algum deles sobre os benefícios da meditação no corpo, eles te dirão que ela melhora o sono, porque melhora a sua compaixão 🙏🏻💙🙌🏼. Há milênios eles estudam e observaram que a meditação melhora o sono 🕉☯️💜 Recentemente, um estudo da Universidade da Califórnia de 2015 provou que eles estavam certos. Idosos que meditaram por seis semanas em um total de duas horas por semana tiveram melhora nos sintomas de insônia mais que outros tratamentos 😱😲Além disso, melhora os sintomas de depressão e excesso de cansaço.

Então, neurolovers bora meditar e boa noite 😴💤💙👏🏼👏🏼👏🏼

Para saber mais:
Black DS1, O’Reilly GA1, Olmstead R2, Breen EC2, Irwin MR2.Mindfulness meditation and improvement in sleep quality and daytime impairment among older adults with sleep disturbances: a randomized clinical trial. JAMA Intern Med. v. 175(4), p. 494-501, 2015.

Este artigo foi avaliado criticamente  em Maio de 2015 no Medicina Geriátrica Journal Club. A discussão completa pode ser encontrada clicando aqui. O desafio é como tornar possível fazer uma intervenção de meditação em idosos Geriatric Medicine Journal Club | Sep 16 2015